Dos anos 80 até hoje, muita coisa mudou. Mas uma pergunta continua essencial: quem vigia quem tem poder?
Na sua opinião, o que o Brasil de hoje deveria reaprender com aquela década? Comente. 🇧🇷
7 de Setembro é mais do que uma data no calendário. É um lembrete de que a independência de um país também depende da liberdade dos seus cidadãos, do respeito à Constituição e dos limites impostos a quem exerce o poder.
Liberdade de expressão, segurança jurídica, equilíbrio entre os Poderes e participação da sociedade não são detalhes: são pilares de uma democracia saudável.
Neste 7 de Setembro, a reflexão é necessária:
Estamos fortalecendo esses pilares ou permitindo que eles enfraqueçam?
Comente sua opinião. 🇧🇷
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Quando a regra parece valer com pesos diferentes para candidatos diferentes, a discussão deixa de ser apenas jurídica e passa a ser também política.
O ponto central do artigo de Catarina Rochamonte é justamente esse: até onde vai o poder das instituições durante uma eleição — e em que momento uma decisão passa a interferir diretamente no direito do eleitor de conhecer, comparar e escolher seus candidatos?
Em uma democracia, concordar ou discordar de um nome faz parte do jogo. Impedir que ele participe do debate é outra discussão.
E para você: a decisão foi uma aplicação legítima da regra ou um excesso com impacto direto no processo eleitoral?
Comente sua opinião.
O Brasil tem recursos, território e peso internacional. O que ainda falta é estratégia. 🇧🇷
Em um mundo cada vez mais disputado, potência não se constrói apenas com riqueza — exige planejamento, autonomia e visão de longo prazo.
Na sua opinião, o Brasil está preparado para ocupar um lugar de protagonismo no cenário mundial? Comente.
A promessa da “picanha e cervejinha” foi além da campanha: virou uma referência para o brasileiro medir o próprio poder de compra.
No fim, a pergunta é simples: hoje o seu dinheiro compra mais ou menos no supermercado? 👇
O Brasil tem recursos, energia e posição estratégica. Mas potencial, sozinho, não garante protagonismo.
Na sua opinião, o país está preparado para ocupar um papel maior na nova ordem global? Comente.
Uma análise política pode ser totalmente neutra?
Durante o evento promovido pelo Monitor da Democracia, especialistas com diferentes perspectivas se reuniram para analisar o cenário político e debater os caminhos das eleições.
Neste corte, uma das discussões passa justamente pelo papel de quem analisa política: reconhecer que opiniões pessoais existem, mas sem permitir que elas se sobreponham aos fatos e à leitura do cenário.
E esse é apenas um trecho de uma conversa muito mais ampla.
▶️ O debate completo está disponível no YouTube do Monitor da Democracia. Assista para acompanhar as diferentes análises, argumentos e perspectivas apresentadas durante o encontro.
E para você: é possível fazer uma análise política realmente imparcial?
Comente sua opinião — queremos ampliar esse debate.
A guerra nem sempre acontece com armas. Às vezes, ela começa pela informação.
Em Taiwan, a desinformação se tornou uma ferramenta para influenciar percepções, enfraquecer a confiança e testar a democracia.
Você saberia identificar uma narrativa manipulada antes de compartilhá-la? 👀
Nem toda guerra começa com tanques.
Em Taiwan, a disputa também acontece nas redes: imagens reais são tiradas de contexto, narrativas são manipuladas e a confiança da população nas instituições vira alvo.
É a chamada guerra cognitiva — quando o objetivo não é conquistar um território pela força, mas influenciar a forma como uma sociedade pensa, reage e confia.
E fica a reflexão: em tempos de desinformação, saber checar antes de compartilhar também é uma forma de defesa.
Você acredita que as democracias estão preparadas para esse tipo de guerra?
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