Autocracia, populismo e identitarismo não pertencem exclusivamente à esquerda ou à direita.
No artigo, Augusto de Franco propõe uma reflexão sobre essas diferentes formas de atuação política e sobre como elas podem se combinar em distintos campos ideológicos.
O debate vai além dos rótulos tradicionais e coloca no centro uma questão essencial: qual é a relação dessas correntes com a democracia liberal?
Arraste para conferir os principais pontos e leia a análise completa no site do Monitor da Democracia.
🌐 monitordademocracia.org.br
Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país.
Qual é a sua leitura sobre esse cenário? 👇
Diplomacia se faz nos bastidores ou no palanque?
No artigo “Diplomacia de Palanque”, Márcio Coimbra analisa os recentes atritos entre Brasil e Estados Unidos e discute os riscos de substituir a negociação discreta por confrontos públicos em um cenário marcado pela assimetria de poder.
Entre vistos, retaliações e disputas diplomáticas, fica uma pergunta importante: até que ponto a retórica política pode comprometer interesses estratégicos de um país?
Arraste para entender os principais pontos do artigo e deixe sua opinião nos comentários: o Brasil deveria adotar uma postura mais pragmática na relação com os EUA?
Falar sobre política qualquer um fala. Analisá-la e interpretá-la exige mais do que mera informação.
Está no ar o curso Pensar a Política: *8 módulos, 40 aulas*. Uma formação filosófica para analistas políticos rigorosos.
Saiba mais 👇
https://pensarapolitica.catarinarochamonte.com.br/
O Cazaquistão está passando por uma reorganização política que chama atenção não apenas pela mudança institucional, mas também pela tentativa de equilibrar eficiência, representatividade e identidade nacional.
A criação do Kurultai como novo Parlamento unicameral reduz pontos de veto e busca tornar o processo legislativo mais ágil, enquanto o país mantém uma política externa pragmática, dialogando com diferentes potências globais.
E olhando para o Brasil: um sistema político com menos travas significaria mais eficiência ou poderia representar riscos para o equilíbrio entre os poderes?
Quero saber sua opinião nos comentários.
O Brasil está diante de uma discussão que vai muito além de números: dívida pública, juros, inflação e o futuro da economia nos próximos anos.
Em seu novo artigo para o Monitor da Democracia, Adolfo Sachsida analisa a atual situação fiscal brasileira, apresenta dois possíveis cenários para 2027 e 2028 e faz um alerta sobre os riscos de uma trajetória sem ajuste das contas públicas.
📲 Leia a análise completa no site.
E queremos saber a sua opinião: qual deve ser a prioridade econômica do Brasil para os próximos anos?
Comente aqui 👇
Como Taiwan se tornou uma potência mundial em tecnologia? 🇹🇼⚡
Em entrevista à Revista VEJA, o ministro Cheng-Wen Wu explicou como o país avançou com investimento contínuo em pesquisa, integração entre universidades e indústrias e foco em soberania tecnológica.
Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial.
O país também busca parcerias internacionais para formação, pesquisa e compartilhamento de conhecimento — uma oportunidade relevante para o Brasil.
Arraste para o lado e confira a análise. ➡️
💬 O Brasil deveria seguir uma estratégia tecnológica de longo prazo?
#Tecnologia #InteligenciaArtificial #Taiwan #Semicondutores #Inovacao Geopolitica
O fim das eleições na Nicarágua representa mais do que uma ruptura institucional. É o retrato de um regime que chegou ao poder prometendo transformação social e, ao longo dos anos, concentrou autoridade, enfraqueceu instituições e eliminou a alternância política.
Quando a democracia passa a ser aceita apenas enquanto favorece determinado grupo, ela deixa de existir.
O silêncio diante de regimes autoritários, independentemente de sua orientação ideológica, também cobra um preço: enfraquece a defesa da liberdade em toda a América Latina.
Democracia exige Estado de Direito, soberania popular, oposição livre e possibilidade real de mudança no poder.
A liberdade pode ser relativizada em nome de uma ideologia? Deixe sua opinião nos comentários.
Brasil e Argentina compartilham muito mais do que fronteiras: comércio, economia, Mercosul e relações construídas ao longo de décadas.
Na sua opinião, mudanças de governo podem abalar essa parceria? Comente.
Utilizamos cookies para garantir que lhe proporcionamos a melhor experiência no nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você está satisfeito com ele.Ok