Como Taiwan se tornou uma potência mundial em tecnologia? 🇹🇼⚡
Em entrevista à Revista VEJA, o ministro Cheng-Wen Wu explicou como o país avançou com investimento contínuo em pesquisa, integração entre universidades e indústrias e foco em soberania tecnológica.
Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial.
O país também busca parcerias internacionais para formação, pesquisa e compartilhamento de conhecimento — uma oportunidade relevante para o Brasil.
Arraste para o lado e confira a análise. ➡️
💬 O Brasil deveria seguir uma estratégia tecnológica de longo prazo?
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O fim das eleições na Nicarágua representa mais do que uma ruptura institucional. É o retrato de um regime que chegou ao poder prometendo transformação social e, ao longo dos anos, concentrou autoridade, enfraqueceu instituições e eliminou a alternância política.
Quando a democracia passa a ser aceita apenas enquanto favorece determinado grupo, ela deixa de existir.
O silêncio diante de regimes autoritários, independentemente de sua orientação ideológica, também cobra um preço: enfraquece a defesa da liberdade em toda a América Latina.
Democracia exige Estado de Direito, soberania popular, oposição livre e possibilidade real de mudança no poder.
A liberdade pode ser relativizada em nome de uma ideologia? Deixe sua opinião nos comentários.
Brasil e Argentina compartilham muito mais do que fronteiras: comércio, economia, Mercosul e relações construídas ao longo de décadas.
Na sua opinião, mudanças de governo podem abalar essa parceria? Comente.
O Cazaquistão está redesenhando suas instituições enquanto ocupa uma posição cada vez mais estratégica entre grandes potências.
A criação do Kurultai, novo Parlamento unicameral, busca acelerar decisões, reduzir pontos de veto e fortalecer a representação política. Um movimento que também provoca reflexões sobre os desafios institucionais enfrentados pelo Brasil.
Leia o artigo completo de Márcio Coimbra no site do Monitor da Democracia. Na sua opinião, menos etapas legislativas significam mais eficiência ou menos equilíbrio de poder?
O mundo voltou a investir pesado em defesa — mas o Brasil ainda parece preso à ideia de que sua posição geográfica, seus recursos naturais e sua tradição diplomática são suficientes para protegê-lo.
No novo cenário internacional, poder militar, tecnologia, indústria, energia, dados e cadeias produtivas passaram a fazer parte de uma mesma estratégia. Enquanto outras potências se reorganizam, o país segue enfrentando dependência tecnológica, baixa integração institucional e pouca continuidade em seus projetos de longo prazo.
No artigo, Marcos Degaut analisa como essa “ilusão estratégica brasileira” pode comprometer nossa soberania e nossa capacidade de responder às transformações do mundo.
Leia a análise completa no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião: o Brasil está preparado para essa nova ordem global?
Uma declaração improvisada foi suficiente para gerar uma reação oficial do Paraguai e reacender um debate histórico que ainda carrega profundas marcas.
Quando o assunto é diplomacia, palavras não são apenas palavras. Elas podem fortalecer alianças ou criar desgastes desnecessários entre países estratégicos.
Na sua opinião, foi apenas um deslize no discurso ou faltou responsabilidade diplomática? Comente.
Uma noite em que tecnologia, estratégia e democracia estiveram no centro do diálogo.
Em parceria com o Escritório Econômico e Cultural de Taipei no Brasil, o Monitor da Democracia promoveu a exibição do documentário A Chip Odyssey, que apresenta a trajetória de Taiwan na construção de uma das indústrias de semicondutores mais relevantes do mundo.
O encontro reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil para uma troca de ideias sobre inovação, planejamento estratégico, competitividade e os caminhos que podem fortalecer o futuro do Brasil.
Um TBT de conhecimento, conexões e reflexões que continuam atuais.
Entre o avanço dos populismos, a concentração de poder e o enfraquecimento dos freios democráticos, o Brasil atravessa uma transição que exige atenção.
Neste artigo, Augusto de Franco analisa os riscos de um regime cada vez mais híbrido e defende que a reconstrução democrática depende de um trabalho contínuo, feito por comunidades, redes e cidadãos comprometidos com a democracia como modo de vida.
Leia o artigo completo no site.
A inteligência artificial pode ampliar oportunidades, mas também pode aprofundar dependências.
No artigo “Mordaça de Xangai”, Márcio Coimbra analisa os riscos de uma governança tecnológica construída sob promessas de inclusão, mas sustentada por controle, vigilância e pouca transparência.
O debate não é apenas sobre tecnologia. É sobre soberania, dados, liberdade e o futuro das democracias.
Na sua opinião, o Brasil está construindo autonomia digital ou apenas trocando uma dependência por outra?
Leia o artigo completo no site do Monitor.
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