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  • Em uma eleição presidencial, a oposição trabalha com estratégia de longo prazo: acumular narrativas, ampliar rejeições e manter o candidato permanentemente na defensiva durante toda a campanha.

Por isso, o cálculo político não envolve apenas “superar” um episódio, mas avaliar quantos outros ainda podem surgir ao longo do caminho.

No jogo eleitoral, resistência de imagem e controle da narrativa podem ser tão importantes quanto intenção de voto.
  • legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
Comente sua opinião.
  • Quando um candidato entra em uma disputa carregando forte rejeição e vulnerabilidades acumuladas, cada novo episódio passa a ter potencial de impactar diretamente sua viabilidade eleitoral, especialmente em um cenário de segundo turno altamente polarizado.

No fim, eleições presidenciais também são disputas de resistência política.
  • Quando surgem contradições públicas, desgastes acumulados ou novas revelações, a eleição deixa de ser apenas uma disputa de propostas e passa a ser uma batalha de rejeição, credibilidade e capacidade de resistência política.

No cenário atual, cada movimento da oposição e da situação é calculado pensando não apenas no primeiro turno, mas principalmente em quem chega mais forte, ou mais vulnerável ao segundo turno.

Em eleições polarizadas, estratégia importa tanto quanto popularidade.
  • A vitória se aproxima: Slava Ukraini!
  • E você, o que acha sobre esse assunto? 👀
  • Você acredita que essa aproximação pode trazer ganhos reais para o Brasil ou foi apenas um gesto político calculado?
  • Deixe aqui nos comentários o que você pensa sobre esse assunto ⤵️
  • O surto de ebola na África, provocado pela cepa rara Bundibugyo, foi classificado como emergência internacional pela gravidade do cenário e pela necessidade de resposta coordenada entre países e autoridades sanitárias.

Apesar disso, a própria OMS destacou que, até o momento, o surto não atende aos critérios para ser considerado uma pandemia.

Em situações como essa, informação responsável é essencial: entender o contexto, acompanhar fontes oficiais e evitar alarmismo são medidas tão importantes quanto o combate à doença.

O caso reforça a importância da vigilância sanitária, da cooperação internacional e do acesso rápido a diagnóstico e atendimento em regiões vulneráveis.

Qual deve ser, na sua opinião, o papel dos organismos internacionais diante de surtos como esse?
Em uma eleição presidencial, a oposição trabalha com estratégia de longo prazo: acumular narrativas, ampliar rejeições e manter o candidato permanentemente na defensiva durante toda a campanha. Por isso, o cálculo político não envolve apenas “superar” um episódio, mas avaliar quantos outros ainda podem surgir ao longo do caminho. No jogo eleitoral, resistência de imagem e controle da narrativa podem ser tão importantes quanto intenção de voto.
2 horas ago
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
Comente sua opinião.
legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
Comente sua opinião.
legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia. Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita: Quem decide o que pode ou não ser dito? O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil. Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet. E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura? Comente sua opinião.
14 horas ago
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Quando um candidato entra em uma disputa carregando forte rejeição e vulnerabilidades acumuladas, cada novo episódio passa a ter potencial de impactar diretamente sua viabilidade eleitoral, especialmente em um cenário de segundo turno altamente polarizado. No fim, eleições presidenciais também são disputas de resistência política.
24 horas ago
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Quando surgem contradições públicas, desgastes acumulados ou novas revelações, a eleição deixa de ser apenas uma disputa de propostas e passa a ser uma batalha de rejeição, credibilidade e capacidade de resistência política. No cenário atual, cada movimento da oposição e da situação é calculado pensando não apenas no primeiro turno, mas principalmente em quem chega mais forte, ou mais vulnerável ao segundo turno. Em eleições polarizadas, estratégia importa tanto quanto popularidade.
2 dias ago
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A vitória se aproxima: Slava Ukraini!
A vitória se aproxima: Slava Ukraini!
3 dias ago
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E você, o que acha sobre esse assunto? 👀
4 dias ago
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Você acredita que essa aproximação pode trazer ganhos reais para o Brasil ou foi apenas um gesto político calculado?
Você acredita que essa aproximação pode trazer ganhos reais para o Brasil ou foi apenas um gesto político calculado?
Você acredita que essa aproximação pode trazer ganhos reais para o Brasil ou foi apenas um gesto político calculado?
Você acredita que essa aproximação pode trazer ganhos reais para o Brasil ou foi apenas um gesto político calculado?
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O surto de ebola na África, provocado pela cepa rara Bundibugyo, foi classificado como emergência internacional pela gravidade do cenário e pela necessidade de resposta coordenada entre países e autoridades sanitárias.

Apesar disso, a própria OMS destacou que, até o momento, o surto não atende aos critérios para ser considerado uma pandemia.

Em situações como essa, informação responsável é essencial: entender o contexto, acompanhar fontes oficiais e evitar alarmismo são medidas tão importantes quanto o combate à doença.

O caso reforça a importância da vigilância sanitária, da cooperação internacional e do acesso rápido a diagnóstico e atendimento em regiões vulneráveis.

Qual deve ser, na sua opinião, o papel dos organismos internacionais diante de surtos como esse?
O surto de ebola na África, provocado pela cepa rara Bundibugyo, foi classificado como emergência internacional pela gravidade do cenário e pela necessidade de resposta coordenada entre países e autoridades sanitárias.

Apesar disso, a própria OMS destacou que, até o momento, o surto não atende aos critérios para ser considerado uma pandemia.

Em situações como essa, informação responsável é essencial: entender o contexto, acompanhar fontes oficiais e evitar alarmismo são medidas tão importantes quanto o combate à doença.

O caso reforça a importância da vigilância sanitária, da cooperação internacional e do acesso rápido a diagnóstico e atendimento em regiões vulneráveis.

Qual deve ser, na sua opinião, o papel dos organismos internacionais diante de surtos como esse?
O surto de ebola na África, provocado pela cepa rara Bundibugyo, foi classificado como emergência internacional pela gravidade do cenário e pela necessidade de resposta coordenada entre países e autoridades sanitárias.

Apesar disso, a própria OMS destacou que, até o momento, o surto não atende aos critérios para ser considerado uma pandemia.

Em situações como essa, informação responsável é essencial: entender o contexto, acompanhar fontes oficiais e evitar alarmismo são medidas tão importantes quanto o combate à doença.

O caso reforça a importância da vigilância sanitária, da cooperação internacional e do acesso rápido a diagnóstico e atendimento em regiões vulneráveis.

Qual deve ser, na sua opinião, o papel dos organismos internacionais diante de surtos como esse?
O surto de ebola na África, provocado pela cepa rara Bundibugyo, foi classificado como emergência internacional pela gravidade do cenário e pela necessidade de resposta coordenada entre países e autoridades sanitárias.

Apesar disso, a própria OMS destacou que, até o momento, o surto não atende aos critérios para ser considerado uma pandemia.

Em situações como essa, informação responsável é essencial: entender o contexto, acompanhar fontes oficiais e evitar alarmismo são medidas tão importantes quanto o combate à doença.

O caso reforça a importância da vigilância sanitária, da cooperação internacional e do acesso rápido a diagnóstico e atendimento em regiões vulneráveis.

Qual deve ser, na sua opinião, o papel dos organismos internacionais diante de surtos como esse?
O surto de ebola na África, provocado pela cepa rara Bundibugyo, foi classificado como emergência internacional pela gravidade do cenário e pela necessidade de resposta coordenada entre países e autoridades sanitárias. Apesar disso, a própria OMS destacou que, até o momento, o surto não atende aos critérios para ser considerado uma pandemia. Em situações como essa, informação responsável é essencial: entender o contexto, acompanhar fontes oficiais e evitar alarmismo são medidas tão importantes quanto o combate à doença. O caso reforça a importância da vigilância sanitária, da cooperação internacional e do acesso rápido a diagnóstico e atendimento em regiões vulneráveis. Qual deve ser, na sua opinião, o papel dos organismos internacionais diante de surtos como esse?
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