Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas.
Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO!
O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.
Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.
O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!
Deixe seu comentário em apoio ao presidente eleito De la Espriella nesta batalha pela democracia e compartilhe o post para espalhar a verdade!
Por que regimes em crise ainda resistem a negociar?
No caso de Cuba, a resposta pode estar menos na economia e mais na narrativa política construída ao longo de décadas.
Leia a análise completa no site e entenda o que está por trás dessa resistência.
A derrota machuca porque, por algumas horas, a gente queria só acreditar de novo.
E você, também sentiu que essa derrota foi muito maior do que futebol?
Contra a Noruega não deu para virar.
Mas e no jogo econômico?
Será que o Brasil ainda tem chance de reagir ou vamos continuar vendo nossas empresas jogarem com a camisa do vizinho?
As relações entre Brasil e Estados Unidos entraram em uma fase de tensão permanente. Tarifas, sanções, disputas envolvendo o STF, regulação das big techs, segurança regional, BRICS, China e União Europeia fazem parte de um cenário em que a diplomacia tradicional dá lugar a uma disputa cada vez mais econômica, jurídica e estratégica.
O artigo completo analisa como esse novo contexto pode impactar o comércio, a política, a tecnologia e a posição do Brasil no mundo em 2026.
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Grandes eventos aceleram contratações, principalmente nos setores de serviços. Mas existe uma diferença entre criar vagas temporárias e construir uma economia capaz de gerar oportunidades duradouras.
O legado dependerá da capacitação dos trabalhadores, da participação dos pequenos negócios e da capacidade das cidades de continuar atraindo investimentos depois do torneio.
O debate sobre Taiwan não é distante da vida cotidiana. Semicondutores produzidos na ilha estão presentes em equipamentos utilizados todos os dias.
Por isso, qualquer instabilidade na região pode afetar preços, produção industrial, inovação e segurança tecnológica ao redor do mundo. (CSIS)
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