Diplomacia se faz nos bastidores ou no palanque?
No artigo “Diplomacia de Palanque”, Márcio Coimbra analisa os recentes atritos entre Brasil e Estados Unidos e discute os riscos de substituir a negociação discreta por confrontos públicos em um cenário marcado pela assimetria de poder.
Entre vistos, retaliações e disputas diplomáticas, fica uma pergunta importante: até que ponto a retórica política pode comprometer interesses estratégicos de um país?
Arraste para entender os principais pontos do artigo e deixe sua opinião nos comentários: o Brasil deveria adotar uma postura mais pragmática na relação com os EUA?
Falar sobre política qualquer um fala. Analisá-la e interpretá-la exige mais do que mera informação.
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O Cazaquistão está passando por uma reorganização política que chama atenção não apenas pela mudança institucional, mas também pela tentativa de equilibrar eficiência, representatividade e identidade nacional.
A criação do Kurultai como novo Parlamento unicameral reduz pontos de veto e busca tornar o processo legislativo mais ágil, enquanto o país mantém uma política externa pragmática, dialogando com diferentes potências globais.
E olhando para o Brasil: um sistema político com menos travas significaria mais eficiência ou poderia representar riscos para o equilíbrio entre os poderes?
Quero saber sua opinião nos comentários.
O Brasil está diante de uma discussão que vai muito além de números: dívida pública, juros, inflação e o futuro da economia nos próximos anos.
Em seu novo artigo para o Monitor da Democracia, Adolfo Sachsida analisa a atual situação fiscal brasileira, apresenta dois possíveis cenários para 2027 e 2028 e faz um alerta sobre os riscos de uma trajetória sem ajuste das contas públicas.
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E queremos saber a sua opinião: qual deve ser a prioridade econômica do Brasil para os próximos anos?
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Como Taiwan se tornou uma potência mundial em tecnologia? 🇹🇼⚡
Em entrevista à Revista VEJA, o ministro Cheng-Wen Wu explicou como o país avançou com investimento contínuo em pesquisa, integração entre universidades e indústrias e foco em soberania tecnológica.
Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial.
O país também busca parcerias internacionais para formação, pesquisa e compartilhamento de conhecimento — uma oportunidade relevante para o Brasil.
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💬 O Brasil deveria seguir uma estratégia tecnológica de longo prazo?
#Tecnologia #InteligenciaArtificial #Taiwan #Semicondutores #Inovacao Geopolitica
O fim das eleições na Nicarágua representa mais do que uma ruptura institucional. É o retrato de um regime que chegou ao poder prometendo transformação social e, ao longo dos anos, concentrou autoridade, enfraqueceu instituições e eliminou a alternância política.
Quando a democracia passa a ser aceita apenas enquanto favorece determinado grupo, ela deixa de existir.
O silêncio diante de regimes autoritários, independentemente de sua orientação ideológica, também cobra um preço: enfraquece a defesa da liberdade em toda a América Latina.
Democracia exige Estado de Direito, soberania popular, oposição livre e possibilidade real de mudança no poder.
A liberdade pode ser relativizada em nome de uma ideologia? Deixe sua opinião nos comentários.
Brasil e Argentina compartilham muito mais do que fronteiras: comércio, economia, Mercosul e relações construídas ao longo de décadas.
Na sua opinião, mudanças de governo podem abalar essa parceria? Comente.
O Cazaquistão está redesenhando suas instituições enquanto ocupa uma posição cada vez mais estratégica entre grandes potências.
A criação do Kurultai, novo Parlamento unicameral, busca acelerar decisões, reduzir pontos de veto e fortalecer a representação política. Um movimento que também provoca reflexões sobre os desafios institucionais enfrentados pelo Brasil.
Leia o artigo completo de Márcio Coimbra no site do Monitor da Democracia. Na sua opinião, menos etapas legislativas significam mais eficiência ou menos equilíbrio de poder?
O mundo voltou a investir pesado em defesa — mas o Brasil ainda parece preso à ideia de que sua posição geográfica, seus recursos naturais e sua tradição diplomática são suficientes para protegê-lo.
No novo cenário internacional, poder militar, tecnologia, indústria, energia, dados e cadeias produtivas passaram a fazer parte de uma mesma estratégia. Enquanto outras potências se reorganizam, o país segue enfrentando dependência tecnológica, baixa integração institucional e pouca continuidade em seus projetos de longo prazo.
No artigo, Marcos Degaut analisa como essa “ilusão estratégica brasileira” pode comprometer nossa soberania e nossa capacidade de responder às transformações do mundo.
Leia a análise completa no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião: o Brasil está preparado para essa nova ordem global?
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