A Nova República chegou ao fim?
Para Marcos Degaut, colunista do Instituto Monitor da Democracia, o regime de 1985 completou 41 anos, a mesma idade da República Velha. Segundo ele, morre do mesmo mal: uma classe política que passou a governar para preservar seus próprios arranjos, e não o país.
No artigo “A Sétima República”, o autor:
📜 compara o momento atual ao fim da República romana
🗓️ revisita as seis repúblicas que o Brasil já teve
🏛️ usa a Inglaterra de 1660 e 1688 para diferenciar troca de governo e refundação
📊 defende uma ordem para as reformas: primeiro o fiscal, depois o Estado, depois a inserção internacional
“Grandeza não é geografia. É escolha.”
💬 E você: o Brasil vive o fim de um ciclo político ou só mais uma alternância de poder? Conta pra gente nos comentários 👇
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🇧🇷 O Brasil está diante do fim de um ciclo político?
O avanço da direita, a força do PL e os desafios econômicos levantam uma questão: estamos vivendo uma mudança definitiva no cenário político brasileiro?
💬 E você, concorda com a análise atribuída à The Economist ou acredita que o PT ainda tem força para se reinventar?
Queremos saber sua opinião nos comentários! 👇
O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, avalia uma medida que pode levar à soltura de Jair Bolsonaro antes de uma eventual posse de Flávio Bolsonaro.
Segundo informações publicadas pelo JOTA, o ministro tem dito a interlocutores que vê problemas na condução do processo que resultou na condenação do ex-presidente.
Nunes Marques é relator de uma das revisões criminais apresentadas pela defesa de Bolsonaro, o que coloca sua atuação no centro das discussões jurídicas sobre o caso.
Até o momento, não há decisão pela soltura. A possibilidade está em análise e uma eventual medida ainda poderá ser submetida ao colegiado do Supremo.
Acompanhe os próximos desdobramentos no Monitor da Democracia.
O primeiro turno deixou um recado que vai muito além dos números das urnas.
Para alguns eleitores, decisões do Supremo passaram a fazer parte da própria leitura da eleição — e isso pode ter influenciado diretamente o crescimento da direita.
E você: acredita que a atuação do STF teve peso no resultado das urnas?
Comente sua opinião.
Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil.
A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão.
Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país.
E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
O mapa de ontem cabe em uma palavra: mudança.
Os resultados nos estados e no Senado mostram uma nova configuração política no país — e a disputa pelo Planalto segue para o segundo turno.
Agora queremos saber: na sua visão, o que mais pesou nesse resultado?
Comente aqui.
A apuração está em andamento, e o Brasil acompanha cada atualização de perto.
Nas próximas horas, os votos podem definir os rumos do país para os próximos anos — e, com eles, novos desdobramentos para o cenário político e institucional.
Na sua opinião, o resultado desta eleição representa uma mudança de direção para o Brasil?
Comente aqui e acompanhe as próximas atualizações no Monitor da Democracia.
O resultado de uma eleição vai muito além dos nomes escolhidos nas urnas.
A composição do Senado, o equilíbrio entre os Poderes e a nova configuração política do Congresso podem influenciar diretamente os próximos anos do país.
Em um cenário marcado por mudanças políticas no Brasil e no exterior, entender o peso de cada escolha também faz parte do processo democrático.
Na sua opinião, qual será o principal impacto desta eleição para o futuro político do Brasil?
Comente aqui.
No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político.
Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:
Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?
Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e participe do debate.