O mundo voltou a investir pesado em defesa — mas o Brasil ainda parece preso à ideia de que sua posição geográfica, seus recursos naturais e sua tradição diplomática são suficientes para protegê-lo.
No novo cenário internacional, poder militar, tecnologia, indústria, energia, dados e cadeias produtivas passaram a fazer parte de uma mesma estratégia. Enquanto outras potências se reorganizam, o país segue enfrentando dependência tecnológica, baixa integração institucional e pouca continuidade em seus projetos de longo prazo.
No artigo, Marcos Degaut analisa como essa “ilusão estratégica brasileira” pode comprometer nossa soberania e nossa capacidade de responder às transformações do mundo.
Leia a análise completa no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião: o Brasil está preparado para essa nova ordem global?
Uma declaração improvisada foi suficiente para gerar uma reação oficial do Paraguai e reacender um debate histórico que ainda carrega profundas marcas.
Quando o assunto é diplomacia, palavras não são apenas palavras. Elas podem fortalecer alianças ou criar desgastes desnecessários entre países estratégicos.
Na sua opinião, foi apenas um deslize no discurso ou faltou responsabilidade diplomática? Comente.
Uma noite em que tecnologia, estratégia e democracia estiveram no centro do diálogo.
Em parceria com o Escritório Econômico e Cultural de Taipei no Brasil, o Monitor da Democracia promoveu a exibição do documentário A Chip Odyssey, que apresenta a trajetória de Taiwan na construção de uma das indústrias de semicondutores mais relevantes do mundo.
O encontro reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil para uma troca de ideias sobre inovação, planejamento estratégico, competitividade e os caminhos que podem fortalecer o futuro do Brasil.
Um TBT de conhecimento, conexões e reflexões que continuam atuais.
Entre o avanço dos populismos, a concentração de poder e o enfraquecimento dos freios democráticos, o Brasil atravessa uma transição que exige atenção.
Neste artigo, Augusto de Franco analisa os riscos de um regime cada vez mais híbrido e defende que a reconstrução democrática depende de um trabalho contínuo, feito por comunidades, redes e cidadãos comprometidos com a democracia como modo de vida.
Leia o artigo completo no site.
A inteligência artificial pode ampliar oportunidades, mas também pode aprofundar dependências.
No artigo “Mordaça de Xangai”, Márcio Coimbra analisa os riscos de uma governança tecnológica construída sob promessas de inclusão, mas sustentada por controle, vigilância e pouca transparência.
O debate não é apenas sobre tecnologia. É sobre soberania, dados, liberdade e o futuro das democracias.
Na sua opinião, o Brasil está construindo autonomia digital ou apenas trocando uma dependência por outra?
Leia o artigo completo no site do Monitor.
A redução do tempo de campanha mudou a dinâmica das eleições no Brasil.
Hoje, o período oficial é mais curto e a pré-campanha ganhou mais espaço, enquanto as regras eleitorais continuam limitando pedidos de voto antes do início legal da campanha.
Uma partida assistida por milhões de pessoas depende de câmeras, servidores, redes, dispositivos móveis e sistemas digitais produzidos por cadeias globais.
Taiwan ocupa uma posição central nesse ecossistema. A Copa ajuda a mostrar, de maneira simples, como acontecimentos aparentemente distantes estão conectados à tecnologia utilizada no nosso cotidiano.
Quando políticas públicas deixam de considerar apenas a necessidade social e passam a organizar oportunidades com base na identidade de grupo, o que acontece com o mérito, a igualdade e a confiança nas instituições?
No artigo, Catarina Rochamonte apresenta uma crítica ao avanço das políticas identitárias em universidades, processos seletivos e espaços científicos. A autora argumenta que a substituição de critérios universais por critérios de pertencimento pode ampliar divisões, enfraquecer a isonomia e comprometer a função das instituições.
O conteúdo reúne casos recentes e referências para discutir cotas, liberdade acadêmica, ciência, universalismo e o papel do mérito nas decisões públicas.
Arraste para acompanhar o resumo e depois leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia.
Na sua opinião, políticas afirmativas promovem justiça ou podem criar novas formas de desigualdade? Deixe seu ponto de vista nos comentários.
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As convenções partidárias oficializam os candidatos, mas a campanha eleitoral só começa na data prevista pela legislação. Até lá, existem regras que limitam pedidos de voto, arrecadação e outras ações de campanha.
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