legenda: Hoje, o Brasil tem:
48,8 milhões de empregos formais
18,8 milhões de famílias no Bolsa Família
Estamos criando oportunidades suficientes… ou apenas sustentando uma realidade que precisa mudar?
E você, como enxerga esse cenário hoje no Brasil?
Para uma resolução ser aprovada no Conselho de Segurança da ONU, não basta maioria.
São necessários 9 votos favoráveis — e mais do que isso: nenhum veto dos 5 países mais poderosos do mundo.
Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França têm o poder de simplesmente barrar tudo.
Ou seja: mesmo com apoio global, uma única decisão desses países pode mudar completamente o rumo de conflitos, acordos e decisões internacionais.
Agora me diz… isso garante equilíbrio ou concentra poder demais nas mãos de poucos?
Comenta aqui o que você acha. 👇
No novo corte do Monitor da Democracia, Márcio Coimbra analisa os bastidores da movimentação política que já começa a desenhar o cenário de 2026.
A estratégia envolve o fortalecimento de , a possível fragilização de Flávio Bolsonaro e a tentativa de ocupar um espaço entre a polarização já consolidada no país.
Com um eleitorado ainda dividido e uma disputa que promete ir além dos extremos, a pergunta que fica é: existe espaço real para uma terceira via ou o cenário seguirá polarizado?
Comenta aqui sua opinião e acompanhe as próximas análises.
A Argentina começou a dar sinais reais de melhora.
A redução da pobreza vem acompanhando a desaceleração da inflação e mudanças importantes na dinâmica econômica do país. Com a atividade voltando a crescer, a renda sendo recomposta e os preços mais estáveis, os indicadores sociais começaram a reagir ao longo de 2025.
Isso mostra uma coisa importante: quando a economia começa a se organizar, o impacto chega direto na vida das pessoas.
Agora a pergunta é: esse movimento se sustenta ou é só um respiro momentâneo?
O que você acha?
“Isso aqui tá parecendo a Rússia.”
A frase pode soar exagerada…
mas o texto levanta um ponto que não dá pra ignorar.
Quando poder político, econômico e institucional começam a se misturar, o problema deixa de ser pontual.
Vira sistema.
“Percebe-se um processo de ‘russificação’ do Brasil.”
Agora a pergunta é:
Você acha que isso é um alerta válido? comente!
Metade do caminho já foi percorrida… mas até onde isso pode chegar?
Sem prazo, sem recuo e com impactos que vão muito além da região, o conflito entra em uma fase ainda mais sensível.
Na sua visão, estamos diante de um enfraquecimento estratégico ou de uma escalada ainda maior?
Não foi um erro diplomático.
Foi uma escolha.
Taiwan foi tratada como “província da China” e simplesmente deixou a mesa de negociações.
Mas o problema não é o nome no crachá.
É o que isso representa.
Quando regras internacionais são moldadas por influência econômica, a diplomacia deixa de ser neutra e passa a ter preço.
“Sem Taiwan, a inteligência artificial, o seu smartphone e a transição energética global simplesmente colapsam.”
Ignorar isso não é política.
É fingir que o mundo funciona sem quem sustenta a tecnologia dele.
Agora me diz:
Faz sentido excluir quem move a economia global?
Comenta aqui: FAZ SENTIDO ou NÃO FAZ.
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