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  • O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, avalia uma medida que pode levar à soltura de Jair Bolsonaro antes de uma eventual posse de Flávio Bolsonaro.

Segundo informações publicadas pelo JOTA, o ministro tem dito a interlocutores que vê problemas na condução do processo que resultou na condenação do ex-presidente.

Nunes Marques é relator de uma das revisões criminais apresentadas pela defesa de Bolsonaro, o que coloca sua atuação no centro das discussões jurídicas sobre o caso.

Até o momento, não há decisão pela soltura. A possibilidade está em análise e uma eventual medida ainda poderá ser submetida ao colegiado do Supremo.

Acompanhe os próximos desdobramentos no Monitor da Democracia.
  • O primeiro turno deixou um recado que vai muito além dos números das urnas.

Para alguns eleitores, decisões do Supremo passaram a fazer parte da própria leitura da eleição — e isso pode ter influenciado diretamente o crescimento da direita. 

E você: acredita que a atuação do STF teve peso no resultado das urnas?

Comente sua opinião.
  • Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil.

A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão.

Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país.

E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
  • O mapa de ontem cabe em uma palavra: mudança.

Os resultados nos estados e no Senado mostram uma nova configuração política no país — e a disputa pelo Planalto segue para o segundo turno.

Agora queremos saber: na sua visão, o que mais pesou nesse resultado? 

Comente aqui.
  • A apuração está em andamento, e o Brasil acompanha cada atualização de perto. 

Nas próximas horas, os votos podem definir os rumos do país para os próximos anos — e, com eles, novos desdobramentos para o cenário político e institucional.

Na sua opinião, o resultado desta eleição representa uma mudança de direção para o Brasil?

Comente aqui e acompanhe as próximas atualizações no Monitor da Democracia.
  • O resultado de uma eleição vai muito além dos nomes escolhidos nas urnas.

A composição do Senado, o equilíbrio entre os Poderes e a nova configuração política do Congresso podem influenciar diretamente os próximos anos do país.

Em um cenário marcado por mudanças políticas no Brasil e no exterior, entender o peso de cada escolha também faz parte do processo democrático.

Na sua opinião, qual será o principal impacto desta eleição para o futuro político do Brasil?

Comente aqui.
  • No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político.

Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:

Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e participe do debate.
  • O eleitor vai às urnas diante de perguntas que ficaram difíceis de ignorar.

- Quanto pesa o custo de vida? 
- Até onde deve ir a atuação do Judiciário?
- O Brasil precisa rever sua política externa?
- Transparência e responsabilidade fiscal voltarão ao centro da discussão?

Economia, equilíbrio entre os Poderes, integridade pública e liberdade institucional estão no centro de uma disputa muito maior do que nomes e partidos: uma disputa sobre qual direção o país deve seguir.

E talvez a principal pergunta deste domingo seja justamente essa: o brasileiro quer continuidade ou mudança de rumo?

Qual desses temas mais influencia a sua decisão? Comente.
  • Segundo relato divulgado pela imprensa, militares teriam sinalizado a ministros do STF que não pretendem intervir diante de uma eventual crise institucional.

A informação ganha ainda mais atenção às vésperas da eleição, em um momento de forte debate sobre o papel das instituições, os limites entre os Poderes e a preservação da normalidade democrática.

O ponto central da discussão não é apenas o recado em si, mas o que ele representa dentro do atual ambiente político e institucional do país.

Em momentos de tensão, até onde deve ir a atuação de cada instituição? E qual deve ser o papel das Forças Armadas diante de possíveis conflitos entre os Poderes?

Na sua avaliação, esse tipo de posicionamento contribui para reforçar os limites institucionais ou revela um cenário de preocupação maior?

Comente sua opinião.
O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, avalia uma medida que pode levar à soltura de Jair Bolsonaro antes de uma eventual posse de Flávio Bolsonaro.

Segundo informações publicadas pelo JOTA, o ministro tem dito a interlocutores que vê problemas na condução do processo que resultou na condenação do ex-presidente.

Nunes Marques é relator de uma das revisões criminais apresentadas pela defesa de Bolsonaro, o que coloca sua atuação no centro das discussões jurídicas sobre o caso.

Até o momento, não há decisão pela soltura. A possibilidade está em análise e uma eventual medida ainda poderá ser submetida ao colegiado do Supremo.

Acompanhe os próximos desdobramentos no Monitor da Democracia.
O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, avalia uma medida que pode levar à soltura de Jair Bolsonaro antes de uma eventual posse de Flávio Bolsonaro. Segundo informações publicadas pelo JOTA, o ministro tem dito a interlocutores que vê problemas na condução do processo que resultou na condenação do ex-presidente. Nunes Marques é relator de uma das revisões criminais apresentadas pela defesa de Bolsonaro, o que coloca sua atuação no centro das discussões jurídicas sobre o caso. Até o momento, não há decisão pela soltura. A possibilidade está em análise e uma eventual medida ainda poderá ser submetida ao colegiado do Supremo. Acompanhe os próximos desdobramentos no Monitor da Democracia.
7 horas ago
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1/9
O primeiro turno deixou um recado que vai muito além dos números das urnas. Para alguns eleitores, decisões do Supremo passaram a fazer parte da própria leitura da eleição — e isso pode ter influenciado diretamente o crescimento da direita. E você: acredita que a atuação do STF teve peso no resultado das urnas? Comente sua opinião.
23 horas ago
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2/9
Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil.

A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão.

Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país.

E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil.

A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão.

Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país.

E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil.

A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão.

Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país.

E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil.

A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão.

Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país.

E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil.

A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão.

Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país.

E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
Quem vencer o segundo turno vai assumir muito mais do que os desafios internos do Brasil. A próxima gestão também terá que lidar com uma agenda internacional complexa: Estados Unidos, China, Europa, clima, tecnologia, Mercosul, Venezuela e crime organizado transnacional estarão entre os principais pontos de pressão. Mais do que alinhamentos ideológicos, o desafio será defender o interesse nacional, ampliar mercados, atrair investimentos e transformar oportunidades em desenvolvimento para o país. E você: qual desses temas deveria ser prioridade na política externa do próximo governo?
2 dias ago
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3/9
O mapa de ontem cabe em uma palavra: mudança.

Os resultados nos estados e no Senado mostram uma nova configuração política no país — e a disputa pelo Planalto segue para o segundo turno.

Agora queremos saber: na sua visão, o que mais pesou nesse resultado? 

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O mapa de ontem cabe em uma palavra: mudança.

Os resultados nos estados e no Senado mostram uma nova configuração política no país — e a disputa pelo Planalto segue para o segundo turno.

Agora queremos saber: na sua visão, o que mais pesou nesse resultado? 

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O mapa de ontem cabe em uma palavra: mudança.

Os resultados nos estados e no Senado mostram uma nova configuração política no país — e a disputa pelo Planalto segue para o segundo turno.

Agora queremos saber: na sua visão, o que mais pesou nesse resultado? 

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O mapa de ontem cabe em uma palavra: mudança.

Os resultados nos estados e no Senado mostram uma nova configuração política no país — e a disputa pelo Planalto segue para o segundo turno.

Agora queremos saber: na sua visão, o que mais pesou nesse resultado? 

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O mapa de ontem cabe em uma palavra: mudança. Os resultados nos estados e no Senado mostram uma nova configuração política no país — e a disputa pelo Planalto segue para o segundo turno. Agora queremos saber: na sua visão, o que mais pesou nesse resultado? Comente aqui.
2 dias ago
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4/9
A apuração está em andamento, e o Brasil acompanha cada atualização de perto. 

Nas próximas horas, os votos podem definir os rumos do país para os próximos anos — e, com eles, novos desdobramentos para o cenário político e institucional.

Na sua opinião, o resultado desta eleição representa uma mudança de direção para o Brasil?

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A apuração está em andamento, e o Brasil acompanha cada atualização de perto. Nas próximas horas, os votos podem definir os rumos do país para os próximos anos — e, com eles, novos desdobramentos para o cenário político e institucional. Na sua opinião, o resultado desta eleição representa uma mudança de direção para o Brasil? Comente aqui e acompanhe as próximas atualizações no Monitor da Democracia.
3 dias ago
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5/9
O resultado de uma eleição vai muito além dos nomes escolhidos nas urnas. A composição do Senado, o equilíbrio entre os Poderes e a nova configuração política do Congresso podem influenciar diretamente os próximos anos do país. Em um cenário marcado por mudanças políticas no Brasil e no exterior, entender o peso de cada escolha também faz parte do processo democrático. Na sua opinião, qual será o principal impacto desta eleição para o futuro político do Brasil? Comente aqui.
3 dias ago
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6/9
No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político.

Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:

Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e participe do debate.
No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político.

Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:

Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e participe do debate.
No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político.

Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:

Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?

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No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político.

Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:

Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?

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Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:

Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?

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No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político.

Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção:

Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular?

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e participe do debate.
No artigo “República do Arbítrio”, nosso Presidente, Márcio Coimbra, apresenta uma análise crítica sobre a judicialização da eleição, a relação entre STF e TSE e os riscos institucionais que, em sua avaliação, podem surgir quando decisões judiciais passam a ocupar espaço central no processo político. Mais do que discutir um episódio isolado, o texto levanta uma pergunta que merece atenção: Até onde pode ir a atuação do Judiciário sem comprometer a confiança nas urnas e na vontade popular? Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e participe do debate.
3 dias ago
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7/9
O eleitor vai às urnas diante de perguntas que ficaram difíceis de ignorar.

- Quanto pesa o custo de vida? 
- Até onde deve ir a atuação do Judiciário?
- O Brasil precisa rever sua política externa?
- Transparência e responsabilidade fiscal voltarão ao centro da discussão?

Economia, equilíbrio entre os Poderes, integridade pública e liberdade institucional estão no centro de uma disputa muito maior do que nomes e partidos: uma disputa sobre qual direção o país deve seguir.

E talvez a principal pergunta deste domingo seja justamente essa: o brasileiro quer continuidade ou mudança de rumo?

Qual desses temas mais influencia a sua decisão? Comente.
O eleitor vai às urnas diante de perguntas que ficaram difíceis de ignorar.

- Quanto pesa o custo de vida? 
- Até onde deve ir a atuação do Judiciário?
- O Brasil precisa rever sua política externa?
- Transparência e responsabilidade fiscal voltarão ao centro da discussão?

Economia, equilíbrio entre os Poderes, integridade pública e liberdade institucional estão no centro de uma disputa muito maior do que nomes e partidos: uma disputa sobre qual direção o país deve seguir.

E talvez a principal pergunta deste domingo seja justamente essa: o brasileiro quer continuidade ou mudança de rumo?

Qual desses temas mais influencia a sua decisão? Comente.
O eleitor vai às urnas diante de perguntas que ficaram difíceis de ignorar.

- Quanto pesa o custo de vida? 
- Até onde deve ir a atuação do Judiciário?
- O Brasil precisa rever sua política externa?
- Transparência e responsabilidade fiscal voltarão ao centro da discussão?

Economia, equilíbrio entre os Poderes, integridade pública e liberdade institucional estão no centro de uma disputa muito maior do que nomes e partidos: uma disputa sobre qual direção o país deve seguir.

E talvez a principal pergunta deste domingo seja justamente essa: o brasileiro quer continuidade ou mudança de rumo?

Qual desses temas mais influencia a sua decisão? Comente.
O eleitor vai às urnas diante de perguntas que ficaram difíceis de ignorar.

- Quanto pesa o custo de vida? 
- Até onde deve ir a atuação do Judiciário?
- O Brasil precisa rever sua política externa?
- Transparência e responsabilidade fiscal voltarão ao centro da discussão?

Economia, equilíbrio entre os Poderes, integridade pública e liberdade institucional estão no centro de uma disputa muito maior do que nomes e partidos: uma disputa sobre qual direção o país deve seguir.

E talvez a principal pergunta deste domingo seja justamente essa: o brasileiro quer continuidade ou mudança de rumo?

Qual desses temas mais influencia a sua decisão? Comente.
O eleitor vai às urnas diante de perguntas que ficaram difíceis de ignorar.

- Quanto pesa o custo de vida? 
- Até onde deve ir a atuação do Judiciário?
- O Brasil precisa rever sua política externa?
- Transparência e responsabilidade fiscal voltarão ao centro da discussão?

Economia, equilíbrio entre os Poderes, integridade pública e liberdade institucional estão no centro de uma disputa muito maior do que nomes e partidos: uma disputa sobre qual direção o país deve seguir.

E talvez a principal pergunta deste domingo seja justamente essa: o brasileiro quer continuidade ou mudança de rumo?

Qual desses temas mais influencia a sua decisão? Comente.
O eleitor vai às urnas diante de perguntas que ficaram difíceis de ignorar. - Quanto pesa o custo de vida? - Até onde deve ir a atuação do Judiciário? - O Brasil precisa rever sua política externa? - Transparência e responsabilidade fiscal voltarão ao centro da discussão? Economia, equilíbrio entre os Poderes, integridade pública e liberdade institucional estão no centro de uma disputa muito maior do que nomes e partidos: uma disputa sobre qual direção o país deve seguir. E talvez a principal pergunta deste domingo seja justamente essa: o brasileiro quer continuidade ou mudança de rumo? Qual desses temas mais influencia a sua decisão? Comente.
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8/9
Segundo relato divulgado pela imprensa, militares teriam sinalizado a ministros do STF que não pretendem intervir diante de uma eventual crise institucional.

A informação ganha ainda mais atenção às vésperas da eleição, em um momento de forte debate sobre o papel das instituições, os limites entre os Poderes e a preservação da normalidade democrática.

O ponto central da discussão não é apenas o recado em si, mas o que ele representa dentro do atual ambiente político e institucional do país.

Em momentos de tensão, até onde deve ir a atuação de cada instituição? E qual deve ser o papel das Forças Armadas diante de possíveis conflitos entre os Poderes?

Na sua avaliação, esse tipo de posicionamento contribui para reforçar os limites institucionais ou revela um cenário de preocupação maior?

Comente sua opinião.
Segundo relato divulgado pela imprensa, militares teriam sinalizado a ministros do STF que não pretendem intervir diante de uma eventual crise institucional. A informação ganha ainda mais atenção às vésperas da eleição, em um momento de forte debate sobre o papel das instituições, os limites entre os Poderes e a preservação da normalidade democrática. O ponto central da discussão não é apenas o recado em si, mas o que ele representa dentro do atual ambiente político e institucional do país. Em momentos de tensão, até onde deve ir a atuação de cada instituição? E qual deve ser o papel das Forças Armadas diante de possíveis conflitos entre os Poderes? Na sua avaliação, esse tipo de posicionamento contribui para reforçar os limites institucionais ou revela um cenário de preocupação maior? Comente sua opinião.
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