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  • O cenário político que mobilizava o país há alguns anos já não é mais o mesmo.

A sensação de indignação que antes unia parte da população em torno do combate à corrupção foi sendo substituída por descrença, acomodação e, muitas vezes, pela lógica do “menos pior”.

Nesse novo contexto, figuras antes rejeitadas voltam ao centro do poder, alianças improváveis passam a ser naturalizadas e parte do eleitorado parece aceitar contradições que, em outro momento, seriam duramente criticadas.

A grande questão é: o eleitor mudou de opinião ou apenas perdeu a esperança de encontrar coerência na política?

Comente sua visão.
  • Comente sua opinião ⤵️
  • O Estreito de Taiwan é hoje um dos pontos mais sensíveis da geopolítica mundial.

Mais do que uma disputa regional, o que acontece ali pode impactar diretamente o comércio internacional, a segurança global e a economia de diversos países.

Em um cenário marcado por tensões, aumento de investimentos militares e disputa por influência, a grande pergunta é: até onde os atores envolvidos estão dispostos a ir?

A história mostra que aventuras militares raramente terminam sem custos altos. Por isso, falar sobre Taiwan é falar também sobre equilíbrio, diplomacia e responsabilidade internacional.

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia:

monitordademocracia.org.br

O que você acha: o mundo está preparado para lidar com uma possível escalada no Estreito de Taiwan?
  • A aproximação entre EUA e China não é apenas diplomacia: envolve energia, tecnologia, inteligência artificial, cadeias produtivas e disputa por influência global. E, nesse cenário, commodities, minerais estratégicos e capacidade industrial passam a valer ainda mais.

O desafio brasileiro é deixar de reagir aos movimentos das superpotências e começar a atuar como peça relevante no tabuleiro internacional.

A pergunta que fica é: o Brasil está preparado para transformar oportunidade geopolítica em desenvolvimento real?
  • Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras, uma decisão que pode gerar impactos políticos, diplomáticos, financeiros e de segurança pública.

A medida abre caminho para sanções mais duras e maior cooperação internacional, mas também divide opiniões no Brasil sobre os efeitos práticos dessa classificação.

E você, acredita que essa decisão pode ajudar no combate ao crime organizado ou trazer novos desafios para o país?
  • Em uma eleição presidencial, a oposição trabalha com estratégia de longo prazo: acumular narrativas, ampliar rejeições e manter o candidato permanentemente na defensiva durante toda a campanha.

Por isso, o cálculo político não envolve apenas “superar” um episódio, mas avaliar quantos outros ainda podem surgir ao longo do caminho.

No jogo eleitoral, resistência de imagem e controle da narrativa podem ser tão importantes quanto intenção de voto.
  • legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
Comente sua opinião.
  • Quando um candidato entra em uma disputa carregando forte rejeição e vulnerabilidades acumuladas, cada novo episódio passa a ter potencial de impactar diretamente sua viabilidade eleitoral, especialmente em um cenário de segundo turno altamente polarizado.

No fim, eleições presidenciais também são disputas de resistência política.
  • Quando surgem contradições públicas, desgastes acumulados ou novas revelações, a eleição deixa de ser apenas uma disputa de propostas e passa a ser uma batalha de rejeição, credibilidade e capacidade de resistência política.

No cenário atual, cada movimento da oposição e da situação é calculado pensando não apenas no primeiro turno, mas principalmente em quem chega mais forte, ou mais vulnerável ao segundo turno.

Em eleições polarizadas, estratégia importa tanto quanto popularidade.
O cenário político que mobilizava o país há alguns anos já não é mais o mesmo. A sensação de indignação que antes unia parte da população em torno do combate à corrupção foi sendo substituída por descrença, acomodação e, muitas vezes, pela lógica do “menos pior”. Nesse novo contexto, figuras antes rejeitadas voltam ao centro do poder, alianças improváveis passam a ser naturalizadas e parte do eleitorado parece aceitar contradições que, em outro momento, seriam duramente criticadas. A grande questão é: o eleitor mudou de opinião ou apenas perdeu a esperança de encontrar coerência na política? Comente sua visão.
16 horas ago
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2 dias ago
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O Estreito de Taiwan é hoje um dos pontos mais sensíveis da geopolítica mundial.

Mais do que uma disputa regional, o que acontece ali pode impactar diretamente o comércio internacional, a segurança global e a economia de diversos países.

Em um cenário marcado por tensões, aumento de investimentos militares e disputa por influência, a grande pergunta é: até onde os atores envolvidos estão dispostos a ir?

A história mostra que aventuras militares raramente terminam sem custos altos. Por isso, falar sobre Taiwan é falar também sobre equilíbrio, diplomacia e responsabilidade internacional.

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia:

monitordademocracia.org.br

O que você acha: o mundo está preparado para lidar com uma possível escalada no Estreito de Taiwan?
O Estreito de Taiwan é hoje um dos pontos mais sensíveis da geopolítica mundial.

Mais do que uma disputa regional, o que acontece ali pode impactar diretamente o comércio internacional, a segurança global e a economia de diversos países.

Em um cenário marcado por tensões, aumento de investimentos militares e disputa por influência, a grande pergunta é: até onde os atores envolvidos estão dispostos a ir?

A história mostra que aventuras militares raramente terminam sem custos altos. Por isso, falar sobre Taiwan é falar também sobre equilíbrio, diplomacia e responsabilidade internacional.

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia:

monitordademocracia.org.br

O que você acha: o mundo está preparado para lidar com uma possível escalada no Estreito de Taiwan?
O Estreito de Taiwan é hoje um dos pontos mais sensíveis da geopolítica mundial.

Mais do que uma disputa regional, o que acontece ali pode impactar diretamente o comércio internacional, a segurança global e a economia de diversos países.

Em um cenário marcado por tensões, aumento de investimentos militares e disputa por influência, a grande pergunta é: até onde os atores envolvidos estão dispostos a ir?

A história mostra que aventuras militares raramente terminam sem custos altos. Por isso, falar sobre Taiwan é falar também sobre equilíbrio, diplomacia e responsabilidade internacional.

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia:

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O que você acha: o mundo está preparado para lidar com uma possível escalada no Estreito de Taiwan?
O Estreito de Taiwan é hoje um dos pontos mais sensíveis da geopolítica mundial.

Mais do que uma disputa regional, o que acontece ali pode impactar diretamente o comércio internacional, a segurança global e a economia de diversos países.

Em um cenário marcado por tensões, aumento de investimentos militares e disputa por influência, a grande pergunta é: até onde os atores envolvidos estão dispostos a ir?

A história mostra que aventuras militares raramente terminam sem custos altos. Por isso, falar sobre Taiwan é falar também sobre equilíbrio, diplomacia e responsabilidade internacional.

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia:

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O que você acha: o mundo está preparado para lidar com uma possível escalada no Estreito de Taiwan?
O Estreito de Taiwan é hoje um dos pontos mais sensíveis da geopolítica mundial.

Mais do que uma disputa regional, o que acontece ali pode impactar diretamente o comércio internacional, a segurança global e a economia de diversos países.

Em um cenário marcado por tensões, aumento de investimentos militares e disputa por influência, a grande pergunta é: até onde os atores envolvidos estão dispostos a ir?

A história mostra que aventuras militares raramente terminam sem custos altos. Por isso, falar sobre Taiwan é falar também sobre equilíbrio, diplomacia e responsabilidade internacional.

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia:

monitordademocracia.org.br

O que você acha: o mundo está preparado para lidar com uma possível escalada no Estreito de Taiwan?
O Estreito de Taiwan é hoje um dos pontos mais sensíveis da geopolítica mundial. Mais do que uma disputa regional, o que acontece ali pode impactar diretamente o comércio internacional, a segurança global e a economia de diversos países. Em um cenário marcado por tensões, aumento de investimentos militares e disputa por influência, a grande pergunta é: até onde os atores envolvidos estão dispostos a ir? A história mostra que aventuras militares raramente terminam sem custos altos. Por isso, falar sobre Taiwan é falar também sobre equilíbrio, diplomacia e responsabilidade internacional. Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia: monitordademocracia.org.br O que você acha: o mundo está preparado para lidar com uma possível escalada no Estreito de Taiwan?
2 dias ago
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A aproximação entre EUA e China não é apenas diplomacia: envolve energia, tecnologia, inteligência artificial, cadeias produtivas e disputa por influência global. E, nesse cenário, commodities, minerais estratégicos e capacidade industrial passam a valer ainda mais. O desafio brasileiro é deixar de reagir aos movimentos das superpotências e começar a atuar como peça relevante no tabuleiro internacional. A pergunta que fica é: o Brasil está preparado para transformar oportunidade geopolítica em desenvolvimento real?
3 dias ago
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Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras, uma decisão que pode gerar impactos políticos, diplomáticos, financeiros e de segurança pública.

A medida abre caminho para sanções mais duras e maior cooperação internacional, mas também divide opiniões no Brasil sobre os efeitos práticos dessa classificação.

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Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras, uma decisão que pode gerar impactos políticos, diplomáticos, financeiros e de segurança pública.

A medida abre caminho para sanções mais duras e maior cooperação internacional, mas também divide opiniões no Brasil sobre os efeitos práticos dessa classificação.

E você, acredita que essa decisão pode ajudar no combate ao crime organizado ou trazer novos desafios para o país?
Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras, uma decisão que pode gerar impactos políticos, diplomáticos, financeiros e de segurança pública.

A medida abre caminho para sanções mais duras e maior cooperação internacional, mas também divide opiniões no Brasil sobre os efeitos práticos dessa classificação.

E você, acredita que essa decisão pode ajudar no combate ao crime organizado ou trazer novos desafios para o país?
Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras, uma decisão que pode gerar impactos políticos, diplomáticos, financeiros e de segurança pública.

A medida abre caminho para sanções mais duras e maior cooperação internacional, mas também divide opiniões no Brasil sobre os efeitos práticos dessa classificação.

E você, acredita que essa decisão pode ajudar no combate ao crime organizado ou trazer novos desafios para o país?
Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras, uma decisão que pode gerar impactos políticos, diplomáticos, financeiros e de segurança pública. A medida abre caminho para sanções mais duras e maior cooperação internacional, mas também divide opiniões no Brasil sobre os efeitos práticos dessa classificação. E você, acredita que essa decisão pode ajudar no combate ao crime organizado ou trazer novos desafios para o país?
4 dias ago
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Em uma eleição presidencial, a oposição trabalha com estratégia de longo prazo: acumular narrativas, ampliar rejeições e manter o candidato permanentemente na defensiva durante toda a campanha. Por isso, o cálculo político não envolve apenas “superar” um episódio, mas avaliar quantos outros ainda podem surgir ao longo do caminho. No jogo eleitoral, resistência de imagem e controle da narrativa podem ser tão importantes quanto intenção de voto.
5 dias ago
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia.

Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita:

Quem decide o que pode ou não ser dito?

O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil.

Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet.

E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura?
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legenda: Liberdade de expressão é um dos pilares de qualquer democracia. Mas quando o controle do discurso passa a ser justificado por termos amplos como “segurança”, “combate à desinformação” ou “proteção das instituições”, uma pergunta precisa ser feita: Quem decide o que pode ou não ser dito? O novo artigo de Catarina Rochamonte analisa os recentes decretos presidenciais sobre segurança digital, responsabilidade das plataformas e os possíveis impactos sobre o debate público no Brasil. Mais do que uma discussão sobre tecnologia, esse é um debate sobre liberdade, poder e os limites da atuação do Estado na internet. E você, acredita que essas medidas protegem a democracia ou abrem espaço para censura? Comente sua opinião.
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Quando um candidato entra em uma disputa carregando forte rejeição e vulnerabilidades acumuladas, cada novo episódio passa a ter potencial de impactar diretamente sua viabilidade eleitoral, especialmente em um cenário de segundo turno altamente polarizado. No fim, eleições presidenciais também são disputas de resistência política.
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Quando surgem contradições públicas, desgastes acumulados ou novas revelações, a eleição deixa de ser apenas uma disputa de propostas e passa a ser uma batalha de rejeição, credibilidade e capacidade de resistência política. No cenário atual, cada movimento da oposição e da situação é calculado pensando não apenas no primeiro turno, mas principalmente em quem chega mais forte, ou mais vulnerável ao segundo turno. Em eleições polarizadas, estratégia importa tanto quanto popularidade.
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