América Latina em transformação: o Peru entra no radar com um cenário que pode marcar uma nova fase política na região.
Mais do que um resultado eleitoral, o que está em jogo é uma mudança de direção — com impactos que podem ir muito além das fronteiras do país.
E você, acredita que esse movimento é uma tendência duradoura ou apenas um momento passageiro? 👇
A presidente da Comissão Europeia disse que hoje o coração da Europa bate mais forte na Hungria.
Nas redes sociais, Ursula von der Leyen afirmou que o país “retoma seu caminho europeu, a união fica mais forte”. Magyar também recebeu mensagens do presidente da França e do chanceler alemão, Friedrich Merz.
Nas redes sociais, Emmanuel Macron disse que a França celebra a “adesão do povo húngaro aos valores da União Europeia”. A eleição atrai a atenção da União Europeia, da Rússia e dos Estados Unidos. Orbán é aliado de Vladimir Putin e de Donald Trump, que enviou J.D. Vance a Budapeste na semana passada.
A mudança de governo destravaria um empréstimo europeu de 90 bilhões de euros e tiraria da Rússia seu principal parceiro no bloco.
Negociações encerradas. Sem acordo. E agora?
Depois de 21 horas de conversa, EUA e Irã seguem em lados opostos — e o risco global continua no radar.
A grande questão é: até quando esse “cessar-fogo” se sustenta?
Você acha que ainda existe chance de acordo ou o cenário tende a piorar? 👇
Segundo o Banco Mundial, mesmo a queda dos juros no começo deste ano e os preços vantajosos de commodities permanecem insuficientes para superar os entraves causados por tensões comerciais persistentes, incertezas em matéria de políticas, espaço fiscal limitado e demanda privada fraca no Brasil.
O tom muda drasticamente ao falar da Argentina, descrita como o grande destaque de superação do cenário de baixo crescimento. O Banco Mundial atribui essa virada a um “ajuste fiscal decisivo”, que transformou o déficit abismal de 2023 em superávits primários e gerais em 2025 e 2026.
De perfil (ultra)liberal, o presidente argentino tem levado adiante, desde que chegou ao poder em 2023, uma agenda de reformas econômicas para conter a inflação e estimular o crescimento do país.
E na sua visão: o Brasil deveria seguir um caminho mais parecido com o da Argentina ou construir uma estratégia própria para crescer?
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