Os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque coordenado contra o Irã na madrugada deste sábado (28). O presidente Donald Trump afirmou que entre os objetivos da ação estão devastar a capacidade militar iraniana, eliminar o programa nuclear e mudar o governo em Teerã.
Explosões múltiplas foram registradas na capital, inclusive na região do palácio presidencial e Conselho de Segurança Nacional. O escritório do aiatolá Ali Khamenei estaria entre os alvos. O líder supremo do Irã havia apontado uma linha de sucessão caso fosse morto em ataques.
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Os enviados da Casa Branca às negociações nucleares com o Irã deixaram a rodada desta quinta-feira, 26, em Genebra, com avaliação negativa das propostas apresentadas por Teerã, segundo o site americano Axios. A leitura feita por Steve Witkoff e Jared Kushner será determinante para a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre ordenar, ou não, uma ação militar contra o rregime iraniano.
De acordo com o portal, o Irã apresentou uma proposta preliminar já na primeira etapa do encontro. Apesar de sinais de alguma flexibilidade por parte americana, Washington mantém uma exigência central: garantias verificáveis de que Teerã não desenvolverá uma arma nuclear.
O governo iraniano sustenta que um acordo “justo e rápido” é possível, desde que o reconhecimento do direito ao enriquecimento de urânio para fins pacíficos, a diluição dos estoques altamente enriquecidos e a exclusão do programa de mísseis balísticos das negociações sejam garantidos.
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Análise necessária: A Era Takaichi e o novo posicionamento japonês. 🌐
O Japão decidiu que não há mais espaço para neutralidades cinzentas. Nosso diretor, Floriano Filho, explica os motivos e as consequências dessa mudança de rota em artigo exclusivo para o Monitor da Democracia.
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O Japão planeja instalar mísseis terra-ar na ilha de Yonaguni, localizada a cerca de 110 km a leste de Taiwan. O ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, anunciou na 3ª feira (24.fev.2026) que o envio dos equipamentos será feito no ano fiscal de 2030. No Japão, o período vai de abril de 2030 a março de 2031. É a 1ª vez que o governo divulga um cronograma específico para a implantação.
Yonaguni fica a 1.900 km a sudoeste de Tóquio e é o ponto mais ocidental do território japonês. A ilha abriga, desde 2016, uma base das Forças de Autodefesa do Japão, com cerca de 160 militares dedicados principalmente a atividades de vigilância e monitoramento. O Ministério da Defesa do Japão havia anunciado em 2022 o plano de reforçar as defesas aéreas da ilha, mas sem definir prazo.
A primeira-ministra, Sanae Takaichi, afirmou em novembro de 2025 que Tóquio poderia intervir militarmente em caso de ataque contra Taiwan.
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🇺🇦 Quatro anos de resistência: A Ucrânia como escudo da Europa.
Em novo artigo para o Monitor da Democracia, o seu Presidente, Márcio Coimbra, analisa o impacto devastador de quatro anos de invasão russa e a resiliência inabalável do povo ucraniano.
O texto aborda dados críticos sobre o conflito:
👉 Mais de 2 milhões de baixas estimadas.
👉 O custo de reconstrução que já supera os US$ 524 mil milhões.
👉 A gravidade dos crimes de guerra documentados.
Márcio Coimbra faz ainda um alerta sobre a política externa brasileira, defendendo que a “neutralidade” diante da agressão é uma afronta ao Direito Internacional e um desrespeito aos mais de 600 mil descendentes de ucranianos no Brasil.
A liberdade não se negoceia e a soberania é um valor inalienável.
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Ao completar quatro anos da invasão da Federação Russa ao território ucraniano, senadores, diplomatas e autoridades europeias se reuniram para debater os impactos do conflito e avaliar o papel do Brasil como possível mediador na busca por soluções pacíficas.
A guerra, que já conta mais de 15 mil pessoas mortas e pelo menos 41 mil civis feridos segundo dados da ONU, encontra-se em nova fase de negociações, agora com a participação ativa dos Estados Unidos.
O presidente do grupo parlamentar, senador Flávio Arns, do PSB do Paraná, recebeu o Encarregado dos Negócios da Ucrânia no Brasil, Olek Vlasenko, e também denunciou violações aos direitos humanos cometidas pela Rússia, cobrando posicionamento decisivo do conjunto das nações.
O conserto das nações vai tomando ciência das abomináveis táticas de guerra da Rússia. E por mais sinistras que sejam tais práticas, nem a matança, nem o tratamento dispensado a prisioneiros e cidadãos comuns representa o maior símbolo da barbárie. Tal condição pertence ao sistemático sequestro de crianças ucranianas.
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A guerra na Ucrânia é o conflito mais sangrento na Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. A ofensiva russa em grande escala causou centenas de milhares de mortos e feridos. Não há um balanço oficial, mas estimativas calculam em cerca de 465 mil o número de soldados mortos. Entre 275 mil e 325 mil seriam russos, e entre 100 mil e 140 mil ucranianos. Os confrontos deixaram ainda 15 mil civis mortos, aponta um relatório da ONU, publicado em janeiro.
O conflito também provocou um abalo geopolítico. Muitos países europeus aumentaram seus gastos militares, temendo um possível confronto com a Rússia.
As negociações diplomáticas entre Kiev e Moscou, iniciadas em 2025 sob mediação dos Estados Unidos, ainda não alcançaram um acordo para interromper os combates.
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