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O Instituto Monitor da Democracia trabalha em parceria com diferentes think tanks ao redor do mundo com o objetivo de propagar as ideias e valores necessários para o fortalecimento de sociedades livres, plurais e democráticas. Na busca de nossos objetivos, realizamos parcerias com instituições que possuem o objetivo de criar, promover e difundir ideias baseadas na liberdade política, intelectual e econômica, assim como fortalecer os valores da liberdade, democracia, Estado de Direito, livre mercado e o humanismo ocidental.

Neste espaço, ao clicar na logo dos think tanks parceiros do iMD, será possível ter acesso a pesquisas e estudos que consideramos essenciais serem divulgados para o fortalecimento da democracia.

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  • Liberdade de imprensa não se mantém sozinha. Ela depende de jornalistas dispostos a investigar, denunciar e enfrentar pressões, e de uma sociedade atenta aos riscos da censura e do abuso de poder.

Você acredita que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil? Leia o artigo completo de Catarina Rochamonte no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião.
  • Taiwan está no centro de duas grandes discussões do nosso tempo: a disputa entre democracia e autoritarismo e o controle das tecnologias que movimentam a economia mundial.

A indústria taiwanesa de semicondutores é fundamental para empresas e consumidores de diferentes países, especialmente para setores ligados à inteligência artificial, eletrônicos e segurança. (CSIS)
  • Uma camisa, dois campos e um país em transformação. 🇨🇴⚽🗳️

Na Colômbia, futebol, política e identidade nacional se encontram em um mesmo símbolo: o amarelo. Para você, até que ponto o esporte influencia o sentimento político de uma nação?
  • Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas.
Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
  • A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! 

O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.

Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.

O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!

Deixe seu comentário em apoio ao presidente eleito De la Espriella nesta batalha pela democracia e compartilhe o post para espalhar a verdade!
  • Por que regimes em crise ainda resistem a negociar?

No caso de Cuba, a resposta pode estar menos na economia e mais na narrativa política construída ao longo de décadas.

Leia a análise completa no site e entenda o que está por trás dessa resistência.
  • A derrota machuca porque, por algumas horas, a gente queria só acreditar de novo.

E você, também sentiu que essa derrota foi muito maior do que futebol?
  • Contra a Noruega não deu para virar.

Mas e no jogo econômico?

Será que o Brasil ainda tem chance de reagir ou vamos continuar vendo nossas empresas jogarem com a camisa do vizinho?
  • As relações entre Brasil e Estados Unidos entraram em uma fase de tensão permanente. Tarifas, sanções, disputas envolvendo o STF, regulação das big techs, segurança regional, BRICS, China e União Europeia fazem parte de um cenário em que a diplomacia tradicional dá lugar a uma disputa cada vez mais econômica, jurídica e estratégica.

O artigo completo analisa como esse novo contexto pode impactar o comércio, a política, a tecnologia e a posição do Brasil no mundo em 2026.

Acesse o site e leia a análise completa.
Liberdade de imprensa não se mantém sozinha. Ela depende de jornalistas dispostos a investigar, denunciar e enfrentar pressões, e de uma sociedade atenta aos riscos da censura e do abuso de poder.

Você acredita que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil? Leia o artigo completo de Catarina Rochamonte no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião.
Liberdade de imprensa não se mantém sozinha. Ela depende de jornalistas dispostos a investigar, denunciar e enfrentar pressões, e de uma sociedade atenta aos riscos da censura e do abuso de poder.

Você acredita que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil? Leia o artigo completo de Catarina Rochamonte no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião.
Liberdade de imprensa não se mantém sozinha. Ela depende de jornalistas dispostos a investigar, denunciar e enfrentar pressões, e de uma sociedade atenta aos riscos da censura e do abuso de poder.

Você acredita que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil? Leia o artigo completo de Catarina Rochamonte no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião.
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Você acredita que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil? Leia o artigo completo de Catarina Rochamonte no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião.
Liberdade de imprensa não se mantém sozinha. Ela depende de jornalistas dispostos a investigar, denunciar e enfrentar pressões, e de uma sociedade atenta aos riscos da censura e do abuso de poder. Você acredita que a liberdade de expressão está ameaçada no Brasil? Leia o artigo completo de Catarina Rochamonte no site do Monitor da Democracia e deixe sua opinião.
2 horas ago
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1/9
Taiwan está no centro de duas grandes discussões do nosso tempo: a disputa entre democracia e autoritarismo e o controle das tecnologias que movimentam a economia mundial.

A indústria taiwanesa de semicondutores é fundamental para empresas e consumidores de diferentes países, especialmente para setores ligados à inteligência artificial, eletrônicos e segurança. (CSIS)
Taiwan está no centro de duas grandes discussões do nosso tempo: a disputa entre democracia e autoritarismo e o controle das tecnologias que movimentam a economia mundial.

A indústria taiwanesa de semicondutores é fundamental para empresas e consumidores de diferentes países, especialmente para setores ligados à inteligência artificial, eletrônicos e segurança. (CSIS)
Taiwan está no centro de duas grandes discussões do nosso tempo: a disputa entre democracia e autoritarismo e o controle das tecnologias que movimentam a economia mundial.

A indústria taiwanesa de semicondutores é fundamental para empresas e consumidores de diferentes países, especialmente para setores ligados à inteligência artificial, eletrônicos e segurança. (CSIS)
Taiwan está no centro de duas grandes discussões do nosso tempo: a disputa entre democracia e autoritarismo e o controle das tecnologias que movimentam a economia mundial.

A indústria taiwanesa de semicondutores é fundamental para empresas e consumidores de diferentes países, especialmente para setores ligados à inteligência artificial, eletrônicos e segurança. (CSIS)
Taiwan está no centro de duas grandes discussões do nosso tempo: a disputa entre democracia e autoritarismo e o controle das tecnologias que movimentam a economia mundial. A indústria taiwanesa de semicondutores é fundamental para empresas e consumidores de diferentes países, especialmente para setores ligados à inteligência artificial, eletrônicos e segurança. (CSIS)
2 dias ago
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2/9
Uma camisa, dois campos e um país em transformação. 🇨🇴⚽🗳️

Na Colômbia, futebol, política e identidade nacional se encontram em um mesmo símbolo: o amarelo. Para você, até que ponto o esporte influencia o sentimento político de uma nação?
Uma camisa, dois campos e um país em transformação. 🇨🇴⚽🗳️

Na Colômbia, futebol, política e identidade nacional se encontram em um mesmo símbolo: o amarelo. Para você, até que ponto o esporte influencia o sentimento político de uma nação?
Uma camisa, dois campos e um país em transformação. 🇨🇴⚽🗳️

Na Colômbia, futebol, política e identidade nacional se encontram em um mesmo símbolo: o amarelo. Para você, até que ponto o esporte influencia o sentimento político de uma nação?
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3 dias ago
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3/9
Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas.
Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas.
Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas.
Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas.
Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas.
Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
Grandes eventos são vitrines internacionais. A Copa permite que os Estados Unidos promovam cidades, empresas, instituições e destinos turísticos para bilhões de pessoas. Por isso, infraestrutura, segurança, atendimento e hospitalidade também fazem parte da disputa pela influência global.
4 dias ago
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4/9
A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! 

O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.

Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.

O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!

Deixe seu comentário em apoio ao presidente eleito De la Espriella nesta batalha pela democracia e compartilhe o post para espalhar a verdade!
A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! 

O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.

Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.

O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!

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A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! 

O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.

Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.

O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!

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A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! 

O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.

Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.

O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!

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A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! 

O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.

Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.

O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!

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A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! 

O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país.

Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas.

O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade!

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A COLÔMBIA DIZ NÃO AO AUTORITARISMO! O presidente eleito Abelardo de la Espriella subiu o tom e expôs o plano desesperado de Gustavo Petro e da esquerda radical para dar um golpe de Estado e sabotar a transição democrática no país. Dando uma demonstração de liderança e tolerância zero com o sistema, De la Espriella suspendeu imediatamente qualquer diálogo de transição com a gestão de Petro, a qual classificou categoricamente como “corrupta”. Enquanto o novo governo eleito se prepara para restaurar a ordem, a segurança e a liberdade a partir de 7 de agosto, Petro se recusa a aceitar a derrota nas urnas, espalha teorias conspiratórias sem provas e tenta inflamar a militância nas ruas. O jogo acabou para a agenda de conivência com a criminalidade. A Colômbia escolheu a liberdade! Deixe seu comentário em apoio ao presidente eleito De la Espriella nesta batalha pela democracia e compartilhe o post para espalhar a verdade!
5 dias ago
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5/9
Por que regimes em crise ainda resistem a negociar?

No caso de Cuba, a resposta pode estar menos na economia e mais na narrativa política construída ao longo de décadas.

Leia a análise completa no site e entenda o que está por trás dessa resistência.
Por que regimes em crise ainda resistem a negociar?

No caso de Cuba, a resposta pode estar menos na economia e mais na narrativa política construída ao longo de décadas.

Leia a análise completa no site e entenda o que está por trás dessa resistência.
Por que regimes em crise ainda resistem a negociar?

No caso de Cuba, a resposta pode estar menos na economia e mais na narrativa política construída ao longo de décadas.

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6 dias ago
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6/9
A derrota machuca porque, por algumas horas, a gente queria só acreditar de novo. E você, também sentiu que essa derrota foi muito maior do que futebol?
1 semana ago
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7/9
Contra a Noruega não deu para virar. Mas e no jogo econômico? Será que o Brasil ainda tem chance de reagir ou vamos continuar vendo nossas empresas jogarem com a camisa do vizinho?
1 semana ago
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8/9
As relações entre Brasil e Estados Unidos entraram em uma fase de tensão permanente. Tarifas, sanções, disputas envolvendo o STF, regulação das big techs, segurança regional, BRICS, China e União Europeia fazem parte de um cenário em que a diplomacia tradicional dá lugar a uma disputa cada vez mais econômica, jurídica e estratégica.

O artigo completo analisa como esse novo contexto pode impactar o comércio, a política, a tecnologia e a posição do Brasil no mundo em 2026.

Acesse o site e leia a análise completa.
As relações entre Brasil e Estados Unidos entraram em uma fase de tensão permanente. Tarifas, sanções, disputas envolvendo o STF, regulação das big techs, segurança regional, BRICS, China e União Europeia fazem parte de um cenário em que a diplomacia tradicional dá lugar a uma disputa cada vez mais econômica, jurídica e estratégica.

O artigo completo analisa como esse novo contexto pode impactar o comércio, a política, a tecnologia e a posição do Brasil no mundo em 2026.

Acesse o site e leia a análise completa.
As relações entre Brasil e Estados Unidos entraram em uma fase de tensão permanente. Tarifas, sanções, disputas envolvendo o STF, regulação das big techs, segurança regional, BRICS, China e União Europeia fazem parte de um cenário em que a diplomacia tradicional dá lugar a uma disputa cada vez mais econômica, jurídica e estratégica.

O artigo completo analisa como esse novo contexto pode impactar o comércio, a política, a tecnologia e a posição do Brasil no mundo em 2026.

Acesse o site e leia a análise completa.
As relações entre Brasil e Estados Unidos entraram em uma fase de tensão permanente. Tarifas, sanções, disputas envolvendo o STF, regulação das big techs, segurança regional, BRICS, China e União Europeia fazem parte de um cenário em que a diplomacia tradicional dá lugar a uma disputa cada vez mais econômica, jurídica e estratégica.

O artigo completo analisa como esse novo contexto pode impactar o comércio, a política, a tecnologia e a posição do Brasil no mundo em 2026.

Acesse o site e leia a análise completa.
As relações entre Brasil e Estados Unidos entraram em uma fase de tensão permanente. Tarifas, sanções, disputas envolvendo o STF, regulação das big techs, segurança regional, BRICS, China e União Europeia fazem parte de um cenário em que a diplomacia tradicional dá lugar a uma disputa cada vez mais econômica, jurídica e estratégica. O artigo completo analisa como esse novo contexto pode impactar o comércio, a política, a tecnologia e a posição do Brasil no mundo em 2026. Acesse o site e leia a análise completa.
1 semana ago
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