A repressão já não termina nas fronteiras de um país.
Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios.
Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras.
Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade.
Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional.
Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós.
Leia o artigo completo no Monitor da Democracia.
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3 horas ago