OBSERVATÓRIOS

O Monitor da Democracia acredita que a informação é uma ferramenta valiosa na construção e no fortalecimento da democracia. Neste sentido, desenvolve estudos, palestras, encontros, seminários e podcasts com objetivo de gerar reflexões, influenciar no debate público e consolidar o diálogo como instrumento fundamental de nossa sociedade.

Diante deste cenário, nossa equipe idealizou observatórios que visam auxiliar no entendimento dos desafios de nossa sociedade em temas específicos. Nossas ferramentas funcionam com o objetivo de monitorar ações dos poderes públicos, em especial o Congresso Nacional, em temas como a Liberdade Econômica, Inovação e Investimento Estrangeiro. Acreditamos que nossos observatórios são uma importante fonte de pesquisa que surge para ajudar no entendimento dos debates, rumos e caminhos trilhados por nosso país.

Nosso objetivo é ofertar uma ferramenta intuitiva, que forneça acesso a uma base de dados possível de pesquisada por filtros, com geração de infográficos, relatórios interativos e vídeos.

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  • O tarifaço dos EUA contra produtos brasileiros avança para uma decisão da Casa Branca. Entenda o que está em jogo e quais podem ser os próximos passos.
  • A repressão já não termina nas fronteiras de um país.

Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios.

Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras.

Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade.

Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional.

Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós.

Leia o artigo completo no Monitor da Democracia.

#MonitorDaDemocracia #Democracia #DireitosHumanos #Liberdade #PolíticaInternacional Geopolítica RepressãoTransnacional LiberdadeDeExpressão Autoritarismo RelaçõesInternacionais
  • No artigo “Deixem o meu povo ir em Liberdade”, Milos Alcalay faz um chamado urgente pela libertação dos presos políticos e pela defesa da dignidade humana na Venezuela, em Cuba e na Nicarágua.

Uma reflexão sobre autoritarismo, justiça internacional, direitos humanos e a força das famílias que continuam lutando por liberdade.

Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e compartilhe esta mensagem.

#MonitorDaDemocracia #DireitosHumanos #Liberdade #PresosPolíticos #Democracia Venezuela Justiça MilosAlcalay
  • A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de inovação. Ela se tornou um ativo estratégico capaz de influenciar a economia, a segurança, a ciência e o equilíbrio de poder entre as nações.

Neste artigo, discutimos como o acesso às tecnologias mais avançadas de IA pode se tornar uma nova expressão da soberania nacional. Em um cenário onde governos e empresas passam a controlar quem pode ou não utilizar determinados modelos, a dependência tecnológica deixa de ser apenas um desafio econômico e passa a representar uma questão geopolítica.

O texto propõe o conceito de soberania cognitiva e analisa os desafios que o Brasil enfrenta para garantir autonomia em um mundo cada vez mais dependente da inteligência artificial.

A discussão está apenas começando.

🔗 Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia.
  • Quais argumentos os Estados Unidos utilizam para justificar a aplicação das novas tarifas ao Brasil? Etanol, propriedade intelectual, comércio digital, meio ambiente e outros pontos aparecem entre as justificativas apresentadas pelo USTR.

▶️ Neste vídeo, você confere os principais eixos dessa argumentação e o que eles representam nas relações comerciais entre os dois países.
  • Quais setores podem ser mais afetados pelo tarifaço? Neste trecho, são apresentados os possíveis impactos sobre as exportações brasileiras, além das ações adotadas pelo governo e das iniciativas citadas pelo comentarista durante o processo.

Assista e entenda!
  • O novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil ganhou força por meio de um processo administrativo, o que torna sua reversão mais complexa. Neste trecho, Márcio apresenta uma linha do tempo dos principais acontecimentos que antecederam a decisão e explica por que o cenário preocupa autoridades e o setor produtivo.

▶️ Assista ao vídeo e entenda o contexto dessa medida.
  • O tabuleiro do comércio global mudou, e o Brasil moveu-se tarde e mal.

A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

Arraste para o lado para entender a anatomia deste revés e o caminho técnico para reavermos nossa relevância.

#Geopolítica #ComércioExterior #DiplomaciaCorporativa #Seção301 #EUA Brasil RelaçõesInternacionais Economia
  • Um lance decidido por milímetros revelou algo maior: quem domina a tecnologia também influencia o futuro.

E o Brasil precisa avançar nesse debate.

Você acredita que estamos preparados para conquistar mais soberania digital? 👇
O tarifaço dos EUA contra produtos brasileiros avança para uma decisão da Casa Branca. Entenda o que está em jogo e quais podem ser os próximos passos.
3 horas ago
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1/9
A repressão já não termina nas fronteiras de um país.

Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios.

Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras.

Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade.

Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional.

Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós.

Leia o artigo completo no Monitor da Democracia.

#MonitorDaDemocracia #Democracia #DireitosHumanos #Liberdade #PolíticaInternacional Geopolítica RepressãoTransnacional LiberdadeDeExpressão Autoritarismo RelaçõesInternacionais
A repressão já não termina nas fronteiras de um país.

Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios.

Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras.

Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade.

Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional.

Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós.

Leia o artigo completo no Monitor da Democracia.

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A repressão já não termina nas fronteiras de um país.

Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios.

Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras.

Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade.

Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional.

Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós.

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A repressão já não termina nas fronteiras de um país.

Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios.

Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras.

Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade.

Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional.

Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós.

Leia o artigo completo no Monitor da Democracia.

#MonitorDaDemocracia #Democracia #DireitosHumanos #Liberdade #PolíticaInternacional Geopolítica RepressãoTransnacional LiberdadeDeExpressão Autoritarismo RelaçõesInternacionais
A repressão já não termina nas fronteiras de um país.

Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios.

Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras.

Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade.

Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional.

Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós.

Leia o artigo completo no Monitor da Democracia.

#MonitorDaDemocracia #Democracia #DireitosHumanos #Liberdade #PolíticaInternacional Geopolítica RepressãoTransnacional LiberdadeDeExpressão Autoritarismo RelaçõesInternacionais
A repressão já não termina nas fronteiras de um país. Regimes autoritários têm ampliado o uso de vigilância, ameaças, perseguições, detenções e deportações para silenciar dissidentes mesmo fora de seus territórios. Os números revelam a dimensão do alerta: centenas de incidentes foram registrados em diferentes partes do mundo, atingindo ativistas, opositores políticos e comunidades inteiras. Quando um Estado consegue intimidar alguém em qualquer lugar do planeta, não está apenas violando direitos individuais. Está testando os limites da ordem internacional e enfraquecendo a própria ideia de liberdade. Democracias precisam responder com firmeza, instrumentos legais, investigações e cooperação internacional. Arraste para entender como funciona a repressão transnacional e por que esse tema diz respeito a todos nós. Leia o artigo completo no Monitor da Democracia. #MonitorDaDemocracia #Democracia #DireitosHumanos #Liberdade #PolíticaInternacional Geopolítica RepressãoTransnacional LiberdadeDeExpressão Autoritarismo RelaçõesInternacionais
12 horas ago
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No artigo “Deixem o meu povo ir em Liberdade”, Milos Alcalay faz um chamado urgente pela libertação dos presos políticos e pela defesa da dignidade humana na Venezuela, em Cuba e na Nicarágua.

Uma reflexão sobre autoritarismo, justiça internacional, direitos humanos e a força das famílias que continuam lutando por liberdade.

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#MonitorDaDemocracia #DireitosHumanos #Liberdade #PresosPolíticos #Democracia Venezuela Justiça MilosAlcalay
No artigo “Deixem o meu povo ir em Liberdade”, Milos Alcalay faz um chamado urgente pela libertação dos presos políticos e pela defesa da dignidade humana na Venezuela, em Cuba e na Nicarágua. Uma reflexão sobre autoritarismo, justiça internacional, direitos humanos e a força das famílias que continuam lutando por liberdade. Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia e compartilhe esta mensagem. #MonitorDaDemocracia #DireitosHumanos #Liberdade #PresosPolíticos #Democracia Venezuela Justiça MilosAlcalay
1 dia ago
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A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de inovação. Ela se tornou um ativo estratégico capaz de influenciar a economia, a segurança, a ciência e o equilíbrio de poder entre as nações.

Neste artigo, discutimos como o acesso às tecnologias mais avançadas de IA pode se tornar uma nova expressão da soberania nacional. Em um cenário onde governos e empresas passam a controlar quem pode ou não utilizar determinados modelos, a dependência tecnológica deixa de ser apenas um desafio econômico e passa a representar uma questão geopolítica.

O texto propõe o conceito de soberania cognitiva e analisa os desafios que o Brasil enfrenta para garantir autonomia em um mundo cada vez mais dependente da inteligência artificial.

A discussão está apenas começando.

🔗 Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia.
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de inovação. Ela se tornou um ativo estratégico capaz de influenciar a economia, a segurança, a ciência e o equilíbrio de poder entre as nações. Neste artigo, discutimos como o acesso às tecnologias mais avançadas de IA pode se tornar uma nova expressão da soberania nacional. Em um cenário onde governos e empresas passam a controlar quem pode ou não utilizar determinados modelos, a dependência tecnológica deixa de ser apenas um desafio econômico e passa a representar uma questão geopolítica. O texto propõe o conceito de soberania cognitiva e analisa os desafios que o Brasil enfrenta para garantir autonomia em um mundo cada vez mais dependente da inteligência artificial. A discussão está apenas começando. 🔗 Leia o artigo completo no site do Monitor da Democracia.
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Quais argumentos os Estados Unidos utilizam para justificar a aplicação das novas tarifas ao Brasil? Etanol, propriedade intelectual, comércio digital, meio ambiente e outros pontos aparecem entre as justificativas apresentadas pelo USTR. ▶️ Neste vídeo, você confere os principais eixos dessa argumentação e o que eles representam nas relações comerciais entre os dois países.
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Quais setores podem ser mais afetados pelo tarifaço? Neste trecho, são apresentados os possíveis impactos sobre as exportações brasileiras, além das ações adotadas pelo governo e das iniciativas citadas pelo comentarista durante o processo. Assista e entenda!
4 dias ago
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6/9
O novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil ganhou força por meio de um processo administrativo, o que torna sua reversão mais complexa. Neste trecho, Márcio apresenta uma linha do tempo dos principais acontecimentos que antecederam a decisão e explica por que o cenário preocupa autoridades e o setor produtivo. ▶️ Assista ao vídeo e entenda o contexto dessa medida.
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O tabuleiro do comércio global mudou, e o Brasil moveu-se tarde e mal.

A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

Arraste para o lado para entender a anatomia deste revés e o caminho técnico para reavermos nossa relevância.

#Geopolítica #ComércioExterior #DiplomaciaCorporativa #Seção301 #EUA Brasil RelaçõesInternacionais Economia
O tabuleiro do comércio global mudou, e o Brasil moveu-se tarde e mal.

A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

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A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

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O tabuleiro do comércio global mudou, e o Brasil moveu-se tarde e mal.

A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

Arraste para o lado para entender a anatomia deste revés e o caminho técnico para reavermos nossa relevância.

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O tabuleiro do comércio global mudou, e o Brasil moveu-se tarde e mal.

A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

Arraste para o lado para entender a anatomia deste revés e o caminho técnico para reavermos nossa relevância.

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O tabuleiro do comércio global mudou, e o Brasil moveu-se tarde e mal.

A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

Arraste para o lado para entender a anatomia deste revés e o caminho técnico para reavermos nossa relevância.

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A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. 

É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque.

Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado.

O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada.

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#Geopolítica #ComércioExterior #DiplomaciaCorporativa #Seção301 #EUA Brasil RelaçõesInternacionais Economia
O tabuleiro do comércio global mudou, e o Brasil moveu-se tarde e mal. A confirmação da tarifa de 25% pelo USTR, sob a Seção 301, é muito mais que um problema alfandegário. É o resultado previsível de uma diplomacia estatal que abandonou o pragmatismo técnico para priorizar retóricas ideológicas e conflitos personalistas de palanque. Enquanto a Fazenda ameaça com uma “Lei de Reciprocidade” que, no final do dia, apenas encarece a vida do consumidor brasileiro e asfixia nossa própria indústria, Washington nos deu uma aula de realpolitik econômica ao isentar mais de 2.100 produtos onde dependem do nosso mercado. O protecionismo moderno não se combate com notas de repúdio ou revanches emocionais. Combate-se com inteligência comercial, presença ativa nos bastidores e a liderança ativa da nossa diplomacia corporativa privada. Arraste para o lado para entender a anatomia deste revés e o caminho técnico para reavermos nossa relevância. #Geopolítica #ComércioExterior #DiplomaciaCorporativa #Seção301 #EUA Brasil RelaçõesInternacionais Economia
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Um lance decidido por milímetros revelou algo maior: quem domina a tecnologia também influencia o futuro. E o Brasil precisa avançar nesse debate. Você acredita que estamos preparados para conquistar mais soberania digital? 👇
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