OBSERVATÓRIOS

O Monitor da Democracia acredita que a informação é uma ferramenta valiosa na construção e no fortalecimento da democracia. Neste sentido, desenvolve estudos, palestras, encontros, seminários e podcasts com objetivo de gerar reflexões, influenciar no debate público e consolidar o diálogo como instrumento fundamental de nossa sociedade.

Diante deste cenário, nossa equipe idealizou observatórios que visam auxiliar no entendimento dos desafios de nossa sociedade em temas específicos. Nossas ferramentas funcionam com o objetivo de monitorar ações dos poderes públicos, em especial o Congresso Nacional, em temas como a Liberdade Econômica, Inovação e Investimento Estrangeiro. Acreditamos que nossos observatórios são uma importante fonte de pesquisa que surge para ajudar no entendimento dos debates, rumos e caminhos trilhados por nosso país.

Nosso objetivo é ofertar uma ferramenta intuitiva, que forneça acesso a uma base de dados possível de pesquisada por filtros, com geração de infográficos, relatórios interativos e vídeos.

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  • Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país.

Qual é a sua leitura sobre esse cenário? 👇
  • Diplomacia se faz nos bastidores ou no palanque?

No artigo “Diplomacia de Palanque”, Márcio Coimbra analisa os recentes atritos entre Brasil e Estados Unidos e discute os riscos de substituir a negociação discreta por confrontos públicos em um cenário marcado pela assimetria de poder.

Entre vistos, retaliações e disputas diplomáticas, fica uma pergunta importante: até que ponto a retórica política pode comprometer interesses estratégicos de um país?

Arraste para entender os principais pontos do artigo e deixe sua opinião nos comentários: o Brasil deveria adotar uma postura mais pragmática na relação com os EUA?
  • Falar sobre política qualquer um fala. Analisá-la e interpretá-la exige mais do que mera informação.

Está no ar o curso Pensar a Política: *8 módulos, 40 aulas*. Uma formação filosófica para analistas políticos rigorosos.

Saiba mais 👇
https://pensarapolitica.catarinarochamonte.com.br/
  • O Cazaquistão está passando por uma reorganização política que chama atenção não apenas pela mudança institucional, mas também pela tentativa de equilibrar eficiência, representatividade e identidade nacional.

A criação do Kurultai como novo Parlamento unicameral reduz pontos de veto e busca tornar o processo legislativo mais ágil, enquanto o país mantém uma política externa pragmática, dialogando com diferentes potências globais.

E olhando para o Brasil: um sistema político com menos travas significaria mais eficiência ou poderia representar riscos para o equilíbrio entre os poderes?

Quero saber sua opinião nos comentários.
  • O Brasil está diante de uma discussão que vai muito além de números: dívida pública, juros, inflação e o futuro da economia nos próximos anos.

Em seu novo artigo para o Monitor da Democracia, Adolfo Sachsida analisa a atual situação fiscal brasileira, apresenta dois possíveis cenários para 2027 e 2028 e faz um alerta sobre os riscos de uma trajetória sem ajuste das contas públicas.

📲 Leia a análise completa no site.

E queremos saber a sua opinião: qual deve ser a prioridade econômica do Brasil para os próximos anos?

Comente aqui 👇
  • Como Taiwan se tornou uma potência mundial em tecnologia? 🇹🇼⚡

Em entrevista à Revista VEJA, o ministro Cheng-Wen Wu explicou como o país avançou com investimento contínuo em pesquisa, integração entre universidades e indústrias e foco em soberania tecnológica.

Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial.

O país também busca parcerias internacionais para formação, pesquisa e compartilhamento de conhecimento — uma oportunidade relevante para o Brasil.

Arraste para o lado e confira a análise. ➡️

💬 O Brasil deveria seguir uma estratégia tecnológica de longo prazo?

#Tecnologia #InteligenciaArtificial #Taiwan #Semicondutores #Inovacao Geopolitica
  • O fim das eleições na Nicarágua representa mais do que uma ruptura institucional. É o retrato de um regime que chegou ao poder prometendo transformação social e, ao longo dos anos, concentrou autoridade, enfraqueceu instituições e eliminou a alternância política.

Quando a democracia passa a ser aceita apenas enquanto favorece determinado grupo, ela deixa de existir.

O silêncio diante de regimes autoritários, independentemente de sua orientação ideológica, também cobra um preço: enfraquece a defesa da liberdade em toda a América Latina.

Democracia exige Estado de Direito, soberania popular, oposição livre e possibilidade real de mudança no poder.

A liberdade pode ser relativizada em nome de uma ideologia? Deixe sua opinião nos comentários.
  • Brasil e Argentina compartilham muito mais do que fronteiras: comércio, economia, Mercosul e relações construídas ao longo de décadas.

Na sua opinião, mudanças de governo podem abalar essa parceria? Comente.
  • O Cazaquistão está redesenhando suas instituições enquanto ocupa uma posição cada vez mais estratégica entre grandes potências.

A criação do Kurultai, novo Parlamento unicameral, busca acelerar decisões, reduzir pontos de veto e fortalecer a representação política. Um movimento que também provoca reflexões sobre os desafios institucionais enfrentados pelo Brasil.

Leia o artigo completo de Márcio Coimbra no site do Monitor da Democracia. Na sua opinião, menos etapas legislativas significam mais eficiência ou menos equilíbrio de poder?
Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país.

Qual é a sua leitura sobre esse cenário? 👇
Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país.

Qual é a sua leitura sobre esse cenário? 👇
Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país.

Qual é a sua leitura sobre esse cenário? 👇
Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país.

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Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país.

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Diplomacia exige estratégia, previsibilidade e visão de longo prazo. Quando a política externa vira confronto, quem paga a conta é o país. Qual é a sua leitura sobre esse cenário? 👇
2 horas ago
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Diplomacia se faz nos bastidores ou no palanque?

No artigo “Diplomacia de Palanque”, Márcio Coimbra analisa os recentes atritos entre Brasil e Estados Unidos e discute os riscos de substituir a negociação discreta por confrontos públicos em um cenário marcado pela assimetria de poder.

Entre vistos, retaliações e disputas diplomáticas, fica uma pergunta importante: até que ponto a retórica política pode comprometer interesses estratégicos de um país?

Arraste para entender os principais pontos do artigo e deixe sua opinião nos comentários: o Brasil deveria adotar uma postura mais pragmática na relação com os EUA?
Diplomacia se faz nos bastidores ou no palanque?

No artigo “Diplomacia de Palanque”, Márcio Coimbra analisa os recentes atritos entre Brasil e Estados Unidos e discute os riscos de substituir a negociação discreta por confrontos públicos em um cenário marcado pela assimetria de poder.

Entre vistos, retaliações e disputas diplomáticas, fica uma pergunta importante: até que ponto a retórica política pode comprometer interesses estratégicos de um país?

Arraste para entender os principais pontos do artigo e deixe sua opinião nos comentários: o Brasil deveria adotar uma postura mais pragmática na relação com os EUA?
Diplomacia se faz nos bastidores ou no palanque?

No artigo “Diplomacia de Palanque”, Márcio Coimbra analisa os recentes atritos entre Brasil e Estados Unidos e discute os riscos de substituir a negociação discreta por confrontos públicos em um cenário marcado pela assimetria de poder.

Entre vistos, retaliações e disputas diplomáticas, fica uma pergunta importante: até que ponto a retórica política pode comprometer interesses estratégicos de um país?

Arraste para entender os principais pontos do artigo e deixe sua opinião nos comentários: o Brasil deveria adotar uma postura mais pragmática na relação com os EUA?
Diplomacia se faz nos bastidores ou no palanque? No artigo “Diplomacia de Palanque”, Márcio Coimbra analisa os recentes atritos entre Brasil e Estados Unidos e discute os riscos de substituir a negociação discreta por confrontos públicos em um cenário marcado pela assimetria de poder. Entre vistos, retaliações e disputas diplomáticas, fica uma pergunta importante: até que ponto a retórica política pode comprometer interesses estratégicos de um país? Arraste para entender os principais pontos do artigo e deixe sua opinião nos comentários: o Brasil deveria adotar uma postura mais pragmática na relação com os EUA?
18 horas ago
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2/9
Falar sobre política qualquer um fala. Analisá-la e interpretá-la exige mais do que mera informação.

Está no ar o curso Pensar a Política: *8 módulos, 40 aulas*. Uma formação filosófica para analistas políticos rigorosos.

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Falar sobre política qualquer um fala. Analisá-la e interpretá-la exige mais do que mera informação. Está no ar o curso Pensar a Política: *8 módulos, 40 aulas*. Uma formação filosófica para analistas políticos rigorosos. Saiba mais 👇 https://pensarapolitica.catarinarochamonte.com.br/
18 horas ago
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3/9
O Cazaquistão está passando por uma reorganização política que chama atenção não apenas pela mudança institucional, mas também pela tentativa de equilibrar eficiência, representatividade e identidade nacional. A criação do Kurultai como novo Parlamento unicameral reduz pontos de veto e busca tornar o processo legislativo mais ágil, enquanto o país mantém uma política externa pragmática, dialogando com diferentes potências globais. E olhando para o Brasil: um sistema político com menos travas significaria mais eficiência ou poderia representar riscos para o equilíbrio entre os poderes? Quero saber sua opinião nos comentários.
2 dias ago
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4/9
O Brasil está diante de uma discussão que vai muito além de números: dívida pública, juros, inflação e o futuro da economia nos próximos anos.

Em seu novo artigo para o Monitor da Democracia, Adolfo Sachsida analisa a atual situação fiscal brasileira, apresenta dois possíveis cenários para 2027 e 2028 e faz um alerta sobre os riscos de uma trajetória sem ajuste das contas públicas.

📲 Leia a análise completa no site.

E queremos saber a sua opinião: qual deve ser a prioridade econômica do Brasil para os próximos anos?

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O Brasil está diante de uma discussão que vai muito além de números: dívida pública, juros, inflação e o futuro da economia nos próximos anos.

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O Brasil está diante de uma discussão que vai muito além de números: dívida pública, juros, inflação e o futuro da economia nos próximos anos.

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O Brasil está diante de uma discussão que vai muito além de números: dívida pública, juros, inflação e o futuro da economia nos próximos anos. Em seu novo artigo para o Monitor da Democracia, Adolfo Sachsida analisa a atual situação fiscal brasileira, apresenta dois possíveis cenários para 2027 e 2028 e faz um alerta sobre os riscos de uma trajetória sem ajuste das contas públicas. 📲 Leia a análise completa no site. E queremos saber a sua opinião: qual deve ser a prioridade econômica do Brasil para os próximos anos? Comente aqui 👇
5 dias ago
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Como Taiwan se tornou uma potência mundial em tecnologia? 🇹🇼⚡

Em entrevista à Revista VEJA, o ministro Cheng-Wen Wu explicou como o país avançou com investimento contínuo em pesquisa, integração entre universidades e indústrias e foco em soberania tecnológica.

Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial.

O país também busca parcerias internacionais para formação, pesquisa e compartilhamento de conhecimento — uma oportunidade relevante para o Brasil.

Arraste para o lado e confira a análise. ➡️

💬 O Brasil deveria seguir uma estratégia tecnológica de longo prazo?

#Tecnologia #InteligenciaArtificial #Taiwan #Semicondutores #Inovacao Geopolitica
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Em entrevista à Revista VEJA, o ministro Cheng-Wen Wu explicou como o país avançou com investimento contínuo em pesquisa, integração entre universidades e indústrias e foco em soberania tecnológica.

Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial.

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Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial.

O país também busca parcerias internacionais para formação, pesquisa e compartilhamento de conhecimento — uma oportunidade relevante para o Brasil.

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#Tecnologia #InteligenciaArtificial #Taiwan #Semicondutores #Inovacao Geopolitica
Como Taiwan se tornou uma potência mundial em tecnologia? 🇹🇼⚡ Em entrevista à Revista VEJA, o ministro Cheng-Wen Wu explicou como o país avançou com investimento contínuo em pesquisa, integração entre universidades e indústrias e foco em soberania tecnológica. Agora, Taiwan quer ir além dos semicondutores e oferecer soluções completas para a infraestrutura global de Inteligência Artificial. O país também busca parcerias internacionais para formação, pesquisa e compartilhamento de conhecimento — uma oportunidade relevante para o Brasil. Arraste para o lado e confira a análise. ➡️ 💬 O Brasil deveria seguir uma estratégia tecnológica de longo prazo? #Tecnologia #InteligenciaArtificial #Taiwan #Semicondutores #Inovacao Geopolitica
6 dias ago
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O fim das eleições na Nicarágua representa mais do que uma ruptura institucional. É o retrato de um regime que chegou ao poder prometendo transformação social e, ao longo dos anos, concentrou autoridade, enfraqueceu instituições e eliminou a alternância política. Quando a democracia passa a ser aceita apenas enquanto favorece determinado grupo, ela deixa de existir. O silêncio diante de regimes autoritários, independentemente de sua orientação ideológica, também cobra um preço: enfraquece a defesa da liberdade em toda a América Latina. Democracia exige Estado de Direito, soberania popular, oposição livre e possibilidade real de mudança no poder. A liberdade pode ser relativizada em nome de uma ideologia? Deixe sua opinião nos comentários.
1 semana ago
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Brasil e Argentina compartilham muito mais do que fronteiras: comércio, economia, Mercosul e relações construídas ao longo de décadas. Na sua opinião, mudanças de governo podem abalar essa parceria? Comente.
1 semana ago
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O Cazaquistão está redesenhando suas instituições enquanto ocupa uma posição cada vez mais estratégica entre grandes potências.

A criação do Kurultai, novo Parlamento unicameral, busca acelerar decisões, reduzir pontos de veto e fortalecer a representação política. Um movimento que também provoca reflexões sobre os desafios institucionais enfrentados pelo Brasil.

Leia o artigo completo de Márcio Coimbra no site do Monitor da Democracia. Na sua opinião, menos etapas legislativas significam mais eficiência ou menos equilíbrio de poder?
O Cazaquistão está redesenhando suas instituições enquanto ocupa uma posição cada vez mais estratégica entre grandes potências.

A criação do Kurultai, novo Parlamento unicameral, busca acelerar decisões, reduzir pontos de veto e fortalecer a representação política. Um movimento que também provoca reflexões sobre os desafios institucionais enfrentados pelo Brasil.

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O Cazaquistão está redesenhando suas instituições enquanto ocupa uma posição cada vez mais estratégica entre grandes potências.

A criação do Kurultai, novo Parlamento unicameral, busca acelerar decisões, reduzir pontos de veto e fortalecer a representação política. Um movimento que também provoca reflexões sobre os desafios institucionais enfrentados pelo Brasil.

Leia o artigo completo de Márcio Coimbra no site do Monitor da Democracia. Na sua opinião, menos etapas legislativas significam mais eficiência ou menos equilíbrio de poder?
O Cazaquistão está redesenhando suas instituições enquanto ocupa uma posição cada vez mais estratégica entre grandes potências. A criação do Kurultai, novo Parlamento unicameral, busca acelerar decisões, reduzir pontos de veto e fortalecer a representação política. Um movimento que também provoca reflexões sobre os desafios institucionais enfrentados pelo Brasil. Leia o artigo completo de Márcio Coimbra no site do Monitor da Democracia. Na sua opinião, menos etapas legislativas significam mais eficiência ou menos equilíbrio de poder?
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