O fim das eleições na Nicarágua representa mais do que uma ruptura institucional. É o retrato de um regime que chegou ao poder prometendo transformação social e, ao longo dos anos, concentrou autoridade, enfraqueceu instituições e eliminou a alternância política.
Quando a democracia passa a ser aceita apenas enquanto favorece determinado grupo, ela deixa de existir.
O silêncio diante de regimes autoritários, independentemente de sua orientação ideológica, também cobra um preço: enfraquece a defesa da liberdade em toda a América Latina.
Democracia exige Estado de Direito, soberania popular, oposição livre e possibilidade real de mudança no poder.
A liberdade pode ser relativizada em nome de uma ideologia? Deixe sua opinião nos comentários.
2 semanas ago